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Reforma

Governo segue trabalhando em desoneração da folha, diz secretário de Guedes

Guaranys, afirmou que o governo continua trabalhando na desoneração como parte de uma proposta de reforma que ele diz 'ter esperanças' de ser aprovada em 2021

Publicado em 30 de Outubro de 2020 às 14:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 out 2020 às 14:43
O secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys
O secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys Crédito: Agência Brasil/ Marcello Casal Jr.
O secretário executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, afirmou nesta sexta (30) que o governo continua trabalhando na desoneração da folha de pagamentos como parte de uma proposta de reforma tributária, que ele diz "ter esperanças" de ser aprovada em 2021.
Na quinta (29), o ministro da Economia, Paulo Guedes, havia afirmado que a desoneração ficaria inviável sem a aprovação de um imposto sobre transações financeiras no país. Guedes defende que a arrecadação do novo imposto compensaria a perda de receita com a redução dos custos com mão-de-obra.
Guaranys participou de debate sobre royalties do petróleo promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico. Em sua fala inicial, afirmou que, passada a emergência da pandemia, é hora de retomar a agenda de reformas proposta pelo governo.
"Com a reforma tributária, [estamos] trabalhando para que a gente possa ter uma desoneração da folha e empregar cada vez mais gente", afirmou. "Vemos muita gente desempregada." Nesta quinta, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), informou que a taxa de desemprego atingiu o recorde de 14,4% em agosto.
Para Guedes, porém, sem o novo imposto, "não tem desoneração, não tem como fazer". Ele fez as declarações durante audiência pública no Congresso, na qual reforçou a defesa de que a redução da contribuição patronal de 20% sobre a folha de pagamentos depende de novo imposto.
Em entrevista à Folha, o líder do governo no Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) afirmou que a desoneração reduz em R$ 100 bilhões a receita do governo e, por isso, é necessário encontrar nova fonte de recursos. "Se não tiver outra fonte, não tem desoneração da folha", afirmou.
Também nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou em conversa com apoiadores que a criação de novos tributos só será discutida pelo governo caso haja a revogação de outros encargos. "Não tem aumento de imposto e ponto final", disse.
No evento desta sexta, Guaranys disse que a agenda de reformas "deu uma parada" durante a pandemia, com a necessidade de focar em medidas emergenciais, mas que será retomada agora, em um momento a economia se recupera em V, em sua avaliação.
Ele reconheceu que as eleições municipais e, depois, a disputa pelas presidências da Câmara e do Senado devem postergar as discussões sobre a reforma tributária, mas afirmou "ter esperança" que o projeto possa ser aprovado até o fim de 2021.
"O momento que temos agora é o momento de retomada do país. E sabemos o quanto nosso sistema tributário amarra a retomada.", disse. "Acho que 2021 ainda é um ano possível. É possível fazer essas discussões dada a prioridade que temos na retomada."

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