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Eleito no Senado, Pacheco defende corte de gastos e respeito à oposição

O novo presidente da Casa apontou que é necessário adotar medidas em três áreas: saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico

Publicado em 01/02/2021 às 20h55
Atualizado em 01/02/2021 às 20h55
Com 57 dos 78 votos, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é proclamado o novo presidente do Senado para o biênio 2021-2022
Com 57 dos 78 votos, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é proclamado o novo presidente do Senado para o biênio 2021-2022. Crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu propostas da equipe econômica para corte de despesas públicas. Pacheco fez um pronunciamento à imprensa logo após confirmação de sua vitória, mas não respondeu a perguntas.

Ele voltou a dizer que é necessário adotar medidas em três áreas: saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico. Pacheco afirmou que a vacina contra a Covid-19 precisa chegar rapidamente todos brasileiros.

Na área econômica, ele listou propostas apresentadas pelo ministro Paulo Guedes (Economia) em 2019 como parte de uma solução rápida a ser apresentada para que o impulsionar o crescimento econômico. As medidas preveem corte de gastos obrigatórios, como redução de despesas com servidores, em momentos de aperto nas contas públicas.

"Tudo isso será feito com o mais amplo e absoluto diálogo, respeitoso, com os demais Poderes, inclusive com o Poder Executivo", disse, lembrando que ele foi eleito com partidos aliados e de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

"O amplo leque de aliados que tivemos nessa candidatura e no sucesso dela [...], de partidos da base de governo, mas também de partidos da oposição, de maiorias e de minorias, de esquerda e de direita, nós temos a obrigação de conduzir de maneira democrática, de maneira respeitosa, com respeito às divergências, buscando sempre os consensos", discursou.

Em aceno a partidos de esquerda, ele prometeu colocar em votação uma proposta para que seja criada a liderança de oposição no Senado, aos moldes do que há na Câmara.

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