Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Defensor do eletrochoque é nomeado para área da Saúde Mental do Ministério
Rafael Bernardon

Defensor do eletrochoque é nomeado para área da Saúde Mental do Ministério

O psiquiatra Rafael Bernardon irá atuar na Secretaria de Atenção Primária à Saúde. A nomeação com assinatura do ministro Pazuello foi publicada nesta quinta-feira (18)

Publicado em 18 de Fevereiro de 2021 às 16:17

Publicado em 

18 fev 2021 às 16:17
ministério da saúde
O psiquiatra foi nomeado para o cargo de coordenador-geral de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, da Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Crédito: Marcello Casal/Agência Brasil
Ministério da Saúde nomeou o psiquiatra Rafael Bernardon Ribeiro para o cargo de coordenador-geral de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, da Secretaria de Atenção Primária à Saúde.
A publicação no Diário Oficial da União foi assinada pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta quinta-feira (18).
Segundo consta em seu currículo, o médico já foi consultor do Ministério da Saúde de novembro de 2018 a dezembro de 2019. Além disso, foi coordenador adjunto na Coordenação-Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da pasta de novembro de 2017 a julho de 2018.
Ele também atuou como assessor técnico na área de Saúde Mental do governo de São Paulo de abril de 2012 a dezembro de 2018.
Atualmente, atua em tempo integral como diretor técnico do Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
O médico é defensor do tratamento com eletroterapia. Em uma entrevista feita ao Canal da Psiquiatria, em 2013, o médico chegou a dizer que a terapia havia virado o seu mantra. "A eletroconvulsoterapia é um tratamento utilizado na medicina desde 1938, ele persiste justamente por ser muito bom. Tem uma resposta na ordem de 90%, o paciente tem algum benefício em 9 a cada 10 casos tratados."
Segundo o médico, o procedimento deve ser realizado em casos mais graves. "São justamente em casos mais graves que não tem nenhuma resposta a nenhum medicamento em geral em mais de três, quatro, cinco tentativas combinadas ou não", disse.
O CFM (Conselho Federal de Medicina) regula o uso da eletroconvulsoterapia desde 2002 no país.
O método é indicado em quadros de depressão grave, risco de suicídio iminente, transtorno bipolar, forma catatônica da esquizofrenia, casos em que o paciente não responde às medicações ou não pode ingeri-las.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Laura garantiu a classificação do Prospê para a segunda fase do Brasileirão Feminino Série A3 com gol olímpico
Prosperidade vence Atlético-BA e garante vaga com gol olímpico
Imagem de destaque
Jovem confessa homicídio após mãe ser sequestrada por criminosos em Cariacica
Imagem de destaque
Cegueira por desatenção: por que às vezes você não vê o que está diante dos olhos

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados