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7 de setembro

Com desfile cancelado, Bolsonaro falará na TV no Dia da Independência

Às 20 horas, um pronunciamento gravado de Bolsonaro será veiculado em cadeia nacional de rádio e TV

Publicado em 07 de Setembro de 2020 às 09:18

Redação de A Gazeta

Publicado em 

07 set 2020 às 09:18
Presidente da República, Jair Bolsonaro, em entrevista no Palácio do Planalto
O presidente da República, Jair Bolsonaro Crédito: Isac Nóbrega/PR
Em substituição ao tradicional desfile do Dia da Independência, o presidente Jair Bolsonaro participa, na manhã desta segunda-feira, 7, de um evento fechado no Palácio da Alvorada. A versão enxuta da cerimônia de 7 de Setembro contará com o hasteamento da bandeira nacional e uma breve apresentação da esquadrilha da fumaça por cerca de dez minutos. Às 20 horas, um pronunciamento gravado de Bolsonaro será veiculado em cadeia nacional de rádio e TV.
Para o evento da manhã, às 10 horas, em frente ao Alvorada, foram convidadas algumas das principais autoridades de Brasília, como os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, além de ministros de Estado e chefes das Forças Armadas.
Com o desentendimento público entre Maia e o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente da Câmara optou por não comparecer à comemoração. Segundo a assessoria de Maia, no entanto, o parlamentar não poderá participar porque estará no Rio no horário do evento. No ano passado, ele também não compareceu, porque estava em viagem ao Catar.
Toffoli e Alcolumbre devem prestigiar a solenidade organizada pelo governo. De acordo com a Secretaria Especial de Comunicação da Presidência (Secom), devem participar da cerimônia apenas as autoridades convidadas e a imprensa.
Há um mês, o Ministério da Defesa determinou o cancelamento do desfile cívico e militar deste ano. Na portaria, o órgão destacou que, em razão da pandemia de covid-19, não é recomendável pelas autoridades sanitárias a promoção de eventos que possam gerar aglomerações de público.
No ano passado, Bolsonaro usou a data para tentar melhorar sua imagem e reagir a pesquisas que mostravam aumento da reprovação de sua gestão. Na véspera, ele conclamou as pessoas a saírem de verde e amarelo nas ruas, em uma demonstração de apoio. Nos últimos dias, o presidente tem citado mais o termo "patriotismo" em seus discursos.

ATAQUE

No domingo, 6, nas redes sociais, o presidente lembrou dos dois anos da facada que levou em Juiz de Fora (MG), na campanha de 2018. Bolsonaro fez agradecimentos e compartilhou o vídeo do momento do ataque.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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