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Eleições 2022

Bolsonaro repete que não entende de economia e fala tudo com Guedes

Presidente também disse que procurou reduzir os preços dos combustíveis desde que assumiu o Palácio do Planalto

Publicado em 19 de Agosto de 2022 às 20:59

Agência Estado

Publicado em 

19 ago 2022 às 20:59
BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro (PL) repetiu nesta sexta-feira (19) que não "entende nada" de economia e, por isso, fala "tudo" sobre o assunto com Paulo Guedes, que comanda a equipe econômica O ministro, que era chamado de "Posto Ipiranga" na campanha eleitoral de 2018, contudo, foi perdendo poder ao longo do governo.
"Eu não entendo nada de economia e falo tudo que tem que falar com o Paulo Guedes, para ninguém ouvir. PG, e daí? Em algumas poucas vezes eu tenho razão, na maioria das vezes ele conserta o negócio e toma providências", declarou Bolsonaro, em entrevista à 98 FM, web rádio de Belo Horizonte (MG).
Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro disse que cabe a ministro tomar providências sobre a economia no país Crédito: José Dias / PR
Guedes começou o governo como "superministro". A pasta da Economia reuniu, em 2019, diversos ministérios, como a Fazenda, o Planejamento e a Indústria e Comércio. Para abrigar o aliado Onyx Lorenzoni, contudo, o presidente recriou no ano passado o Ministério do Trabalho e Previdência, que estava sob o comando da Economia.
Em dezembro, o governo também determinou que a Casa Civil teria a palavra final sobre a gestão do Orçamento, prerrogativa que por décadas havia sido da equipe econômica, o que representou uma vitória do Centrão, que passou a sustentar o governo Bolsonaro no Congresso.
Na entrevista, Bolsonaro disse que procurou reduzir os preços dos combustíveis desde que assumiu o Palácio do Planalto. Na prática, contudo, o governo patrocinou um projeto de lei que fixou um teto de 17% para o ICMS que incide, por exemplo, sobre diesel e gasolina às vésperas da eleição.
Aconselhado por integrantes da campanha à reeleição a falar de economia para conquistar votos, o presidente também afirmou que em agosto deve haver nova deflação no País, como ocorreu em julho.

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