Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Bolsonaro diz, sem provas, que sistema eleitoral é passível de fraudes
Afirmação repetida

Bolsonaro diz, sem provas, que sistema eleitoral é passível de fraudes

Em março, Bolsonaro chegou a afirmar que tinha provas de que teria vencido as eleições presidenciais no primeiro turno em 2018. Desde então, contudo, não apresentou evidências disso

Publicado em 10 de Novembro de 2020 às 20:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 nov 2020 às 20:37
O presidente Jair Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro Crédito: Isac Nóbrega/PR
O presidente Jair Bolsonaro voltou a colocar o sistema eleitoral brasileiro em xeque nesta terça-feira, 10. Em evento do governo sobre o setor de turismo, o chefe do Executivo disse que o sistema é "passível de fraudes". Na semana passada, Bolsonaro defendeu a volta do voto impresso em 2022.
"Não temos sistema sólido de votação no Brasil, que é passível de fraude sim, que tudo pode mudar no futuro com fraude. Eu entendo que só me elegi como presidente porque tive muito voto e não gastei nada não. Foram R$ 2 milhões arrecadados por vaquinha", disse. Em março deste ano, Bolsonaro chegou a afirmar que tinha provas de que teria vencido as eleições presidenciais no primeiro turno em 2018. Desde então, contudo, não apresentou evidências disso.
Nesta terça, em desabafo e sem entrar em detalhes, Bolsonaro afirmou que, durante a pandemia da covid-19, foi impedido de tomar certas decisões que como chefe de Estado eleito deveria ter feito.
"O que faltou para nós não foi um líder, faltou deixar o líder trabalhar, eu fui eleito para isso. Imagina se tivesse o (Fernando) Haddad no meu lugar. Ou tivesse o governador de São Paulo (João Doria) no meu lugar. Como é que estaria o Brasil? Que desgraça estaria esse País, semelhante aqui ao sul na Argentina onde fecharam tudo", afirmou.
Em referência à situação econômica da Argentina, o presidente disse que cidadãos do país vizinho têm se refugiado no Uruguai e até no Rio Grande do Sul. "Será que o Rio Grande do Sul vai se transformar em uma Roraima? Da Venezuela para Roraima, da Argentina para o Brasil. Nós não queremos isso. Rivalidade com a Argentina apenas futebol, nada mais além disso", declarou.
Para uma plateia de empreendedores, Bolsonaro também disse no discurso que é preciso buscar solução e ter "coragem" para a retomada. Neste contexto, afirmou que o "parlamento também tem culpa" e reforçou suas críticas à esquerda. "Eu sei como funciona parlamento, ali tem uma corrente forte de esquerda, corrente do atraso, corrente para dividir o que é dos outros e não o deles."

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Uma agenda para o ES crescer ainda mais
Bancos suspendem empréstimo consignado do INSS
Consignado do INSS ficou mais barato e isso pode fazer total diferença na sua vida
Imagem de destaque
Afinal, feminicídio e violência doméstica estão mesmo aumentando no Brasil?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados