Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Aras impõe novas regras a procuradores de forças-tarefa em caso debandada
Normas

Aras impõe novas regras a procuradores de forças-tarefa em caso debandada

O objetivo, segundo a assessoria de imprensa da PGR, é 'manter eficiência na atuação coordenada das forças-tarefa' e 'assegurar a continuidade dos trabalhos'

Publicado em 15 de Setembro de 2020 às 08:12

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 set 2020 às 08:12
Procurador-geral da República, Augusto Aras
O ato administrativo foi assinado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras Crédito: Rosinei Coutinho/SCO/STF
A Procuradoria-Geral da República (PGR) publicou, nesta segunda-feira (14), uma portaria com uma série de regras a serem cumpridas pelos membros do Ministério Público Federal (MPF) em caso de solicitação de desligamento de uma força-tarefa. Entre as novas normas da transição, estão a obrigatoriedade de comunicação prévia com antecedência mínima de 30 dias e entrega de relatórios sobre o acervo dos grupos de trabalho e metas em curso.
O objetivo, segundo a assessoria de imprensa da PGR, é "manter eficiência na atuação coordenada das forças-tarefa" e "assegurar a continuidade dos trabalhos" desempenhados por seus integrantes mesmo após a saída de um ou mais membros.
"A comunicação prévia deverá vir acompanhada de relatório acerca do acervo total da força-tarefa e das metas em curso, de modo a auxiliar o procurador-geral na decisão quanto à recomposição da equipe", determina o dispositivo.
De acordo com as novas regras, caso não seja possível cumprir o prazo estabelecido, o membro do Ministério Público Federal precisará garantir que a transição dos trabalhos ocorra sem prejuízos decorrentes da descontinuidade de sua atuação.
O ato administrativo, assinado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, determina ainda que as regras têm aplicação por tempo limitado, "até que sobrevenha disciplina definitiva sobre a designação de membros do MPF para atuações coordenadas em casos de relevância nacional ou regional". Isso porque, até o fim de janeiro, deve ser definido no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) um novo modelo que substitua as atuais forças-tarefa.
Neste mês, os grupos de trabalho da Operação Lava Jato no Paraná e em São Paulo e da Operação Greenfield, em Brasília, sofreram alterações em seus quadros. Chefe da força-tarefa em Curitiba desde seu começo, em 2014, e símbolo da operação, Deltan Dallagnol pediu demissão e foi substituído pelo procurador Alessandro Fernandes de Oliveira. Já a força-tarefa bandeirante anunciou renúncia coletiva alegando "incompatibilidades insolúveis" com a procuradora Viviane Martinez e acusando a chefe de conduzir um "processo de desmonte" da operação. Por fim, houve a baixa de Anselmo Lopes, à frente da Operação Greenfield desde 2016.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Trabalho de agente censitário do IBGE
IBGE, Polícia Militar e Vitória: 29 mil vagas em concursos e seleções
Carro saiu da pista, atingiu dois muros e danificou padrões de energia e água em Cachoeiro
Carro atinge dois muros e deixa moradores sem água e energia em Cachoeiro
Imagem de destaque
Vereadores querem diárias até 328% maiores para viagens fora do Espírito Santo

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados