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Brasil

4 dicas para estudar para o vestibular com eficiência

Veja como ter uma rotina de estudos estratégica e equilibrada para alcançar o resultado esperado
Portal Edicase

Publicado em 

06 abr 2026 às 13:13

Publicado em 06 de Abril de 2026 às 13:13

Preparação adequada para o vestibular proporciona mais confiança e resistência para a maratona de provas (Imagem: Cast Of Thousands | Shutterstock)
Preparação adequada para o vestibular proporciona mais confiança e resistência para a maratona de provas Crédito: Imagem: Cast Of Thousands | Shutterstock
A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para os principais vestibulares do Brasil requer prática e dedicação. Para isso, a realização de exercícios e simulados pode ajudar o estudante a se familiarizar com o modelo dos testes, elevando o nível de acertos nas respostas e as chances de conquistar a vaga almejada na graduação.
Além disso, a preparação adequada pode proporcionar mais confiança e resistência para a maratona de provas que o vestibulando terá ao longo do ano. Segundo Rodney Luzio, professor do Curso Anglo, adotar um plano de estudos eficaz é fundamental para a aprovação no vestibular. “É mais assertivo ter uma boa estratégia do que ter conhecimento de todos os assuntos”, afirma.
Por isso, abaixo, o professor lista 4 dicas para estudar para o Enem e os vestibulares de maneira eficiente e equilibrada. Confira!

1. Tenha um cronograma

Segundo Rodney Luzio, estudar por blocos — metodologia que envolve divisão de tempo de estudo por temas, intercalados com pequenos intervalos de descanso —, e não por horas corridas, é mais eficiente. Dessa forma, o aluno contempla o equilíbrio intencional, prática de alinhar a iniciativa de estudar com os objetivos pessoais, promovendo maior senso de propósito e realização.
“O jovem pode estudar teoria diariamente, de segunda a sexta-feira, em blocos de 30 minutos a 60 minutos e, em seguida, resolver exercícios, com o mesmo tempo de dedicação. Já aos sábados, pode fazer uma breve revisão, a partir de uma lista dos erros cometidos. Aos domingos, uma recomendação é estudar por meio de simulados, que reúnem todos os conteúdos e as práticas desenvolvidas durante a semana”, sugere.

2. Faça mais exercícios do que leitura com teoria

Praticar exercícios constantemente gera automatização cognitiva, ou seja, com essa prática, o aluno passa a reconhecer padrões de erros, facilitando a identificação do que precisa de maior atenção. A estratégia também ajuda a economizar tempo em interpretação de texto , pois o jovem começa a entender o principal assunto da questão com agilidade.
Por fim, o vestibulando aprende quando “abandonar” uma questão e seguir para a próxima, considerando o tempo de resolução de cada pergunta. “Criar familiaridade com os conteúdos é como mandar uma mensagem para o cérebro dizendo ‘já vi isso antes’, fazendo as ligações necessárias e tornando, assim, o momento de avaliação mais natural, pois fará parte da rotina”, pontua Rodney Luzio.
Ao anotar todos os erros, o estudante consegue qualificar a falha,identificandosefoi conceitual, de atenção oudefalta deestratégia (Imagem: mangpor2004 | Shutterstock)
Ao anotar todos os erros, o estudante consegue qualificar a falha,identificandosefoi conceitual, de atenção oudefalta deestratégia Crédito: Imagem: mangpor2004 | Shutterstock

3. Elabore um caderno de errose revise com frequência

Segundo o professor, um dos principais passos da aprendizagem é anotar todos os erros. Dessa forma, o aluno consegue qualificar a falha, identificando se foi conceitual, de atenção ou de falta de estratégia. Assim, o estudo se torna direcionado, priorizando o tempo para o que precisa ser priorizado ao longo do ano. Revisar, classificar, refazer e anotar padrões , em sequência estratégica, auxilia nesse processo.

4. Faça simulados

Na visão de Rodney Luzio, testar o que foi estudado por meio da realização de simulados representa treinamento para os exames. Essa ação sinaliza possíveis ajustes na estratégia de estudo e quando existe queda de desempenho. Por isso, uma recomendação do educador é que os simulados sejam realizados aos finais de semana, seguindo o cronograma de estudos.
“Essa estratégia ajuda a solidificar a resistência mental para as provas longas, na qual o aluno consegue gerir melhor o tempo e, acima de tudo, lapidar o controle emocional . Adotando esse método, o estudante não se abala facilmente diante de erros, além de conhecer os próprios limites psicológicos”, conclui.
Por Laura Ragazzi

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