Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Barafunda da contribuição sindical
Gutman Uchôa de Mendonça

Barafunda da contribuição sindical

O problema do sindicalismo brasileiro é imoral, porque se transformou num negócio político. Surgiram os pelegos da CUT e outras "centrais" para piorar o sistema

Publicado em 19 de Março de 2018 às 17:18

Públicado em 

19 mar 2018 às 17:18

Colunista

Da forma como está estabelecido, o sistema sindical brasileiro é único no mundo. Por culpa exclusiva do Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil reúne mais de oito mil entidades sindicais. Países do berço sindical universal, a Europa, possuem pouco mais de uma dúzia.
A grande corporação de trabalhadores americana (Federação Americana do Trabalho) foi fundada em 15 de novembro de 1881, tendo à frente o líder dos trabalhadores, Samuel Gompers, que permaneceu no posto até morrer.
O problema do sindicalismo brasileiro é imoral, porque se transformou num negócio político. Surgiram os pelegos da CUT e mais outras “centrais” sindicais de sustentação ao governo Lula, braços armados do PT, para piorar o sistema sindical dos trabalhadores do Brasil.
Por aqui, rios de dinheiro que formam o Fundo Sindical, através da arrecadação da Contribuição Sindical, virou balcão de negócios do governo para sustentar sinecuras (pelegos) sindicais. Foi isso que levou o governo Temer, através da nova legislação (reforma) trabalhista, tornar a então Contribuição Sindical obrigatória em opcional. Na contribuição obrigatória, há desconto do valor equivalente a um dia de trabalho do funcionário.
Como no Brasil ninguém gosta de contribuir com nada, eis a tragédia sindical. O objetivo do governo Temer foi o de matar a fonte de recursos que alimenta as centrais sindicais parasitas, que representam os interesses do PT, não dos trabalhadores, através da proliferação de seus sindicatos.
Discute-se hoje se o Congresso tinha competência para extinguir a Contribuição Sindical, inscrita na Constituição, através de uma lei ordinária. Enquanto isso, sindicatos de trabalhadores esperneiam com a possibilidade de falecimento, pela ausência da fonte de sustentação.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo (CNC) se constitui na maior organização patronal do Brasil graças ao cérebro inventivo do capixaba Antonio Oliveira Santos, que a preside desde 1981, após a morte do presidente Jessé Pinto Freire. Antonio pretende deixar o cargo em novembro próximo. Pessoalmente, sou contra. Difícil preencher seu lugar.
*O autor é jornalista
 

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Inteligência artificial está cada vez mais difícil de se controlar. Até quando os humanos vão se manter no comando?
Cão farejador da PM encontra drogas em Jaguaré
Após homicídio, cão farejador encontra drogas escondidas em mata em Jaguaré
Imagem de destaque
Anchieta, Vitória e Transpetro: 20 mil vagas em concursos e seleções

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados