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Idalberto Moro

Artigo de Opinião

É presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Sistema Fecomércio-ES)
Idalberto Moro

Pavilhão de Carapina: centro de convenções vai abrir novo mercado turístico

Recentemente, o Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCES) sinalizou favorável para que o governo do Estado libere o edital de concessão de uso do Pavilhão de Carapina, na Serra, para que se transforme em um centro de convenções
Idalberto Moro
É presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Sistema Fecomércio-ES)

Públicado em 

16 mai 2023 às 15:25
Pavilhão de Carapina
Pavilhão de Carapina Crédito: Arquivo Setur
Há quase um ano à frente da Fecomércio-ES – Sesc e Senac, mais de 40 anos como empresário e partícipe de ações que considero importantes do ponto de vista econômico e social do Espírito Santo, percebo que o turismo ainda não é tratado como eixo centralizador essencial para o desenvolvimento do Estado.
Faz-se necessário enxergar o turismo como uma força econômica multiplicadora, capaz de reorganizar regiões, estados e países, de criar novos mercados, de movimentar os setores de comércio e de serviços, de gerar rendas individuais e empresariais, e receitas para cofres públicos e indústrias. O efeito do olhar atento ao turismo em sua grandiosidade é de transformação.
O incentivo ao turismo é um dos pilares da atuação da Federação do Comércio do Espírito Santo. O Sistema Fecomércio ES – Sesc e Senac entende que o setor é estratégico, contribuindo para a criação de empregos e na melhoria da qualidade de vida da população.
Recentemente, por exemplo, o Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCES) sinalizou favorável para que o governo do Estado libere o edital de concessão de uso do Pavilhão de Carapina, na Serra, para que se transforme em um Centro de Convenções de Turismo e Negócios.
Caso essa iniciativa se concretize, abre-se um novo mercado a ser explorado turisticamente no Espírito Santo, com shows de grande porte, congressos médicos, feiras internacionais e seminários, que concomitantemente aumentará a circulação da moeda, ampliará o consumo, exigirá a oferta de empregos e demandará, ainda, pelos serviços ou pela instalação de empresas dedicadas ao atendimento, como hotéis, restaurantes, transportes e outros.
Esse projeto serve de start para repensar o turismo em nosso estado, englobando as suas diversas facetas culturais e socioeconômicas, dentro de perspectivas de curto, médio e longo prazos. Em um estado com seus mais de 400 km de litoral, com mais de 30 circuitos do agroturismo e arranjos produtivos econômicos de grande relevância (moveleiro, rochas ornamentais, café, etc) para o desenvolvimento do país, não há como enxergamos apenas o turismo como viagem, descanso e lazer, mas sim como uma engrenagem que pode remodelar e acelerar o desenvolvimento econômico do Espírito Santo.
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