Tem muita gente insatisfeita com a demora no atendimento do INSS. A explicação é simples: falta de servidores. No Brasil, 55% dos funcionários do Instituto já podem se aposentar e no Espírito Santo não é diferente. No ano passado, 63 trabalhadores do órgão local se aposentaram, em 2018 foram 55 e para o próximo ano, até agora, o INSS já tem 98 requerimentos de aposentadoria.
Poucos para muitos
Atualmente, são pouco mais de 500 servidores na ativa na gerência e nas 32 unidades de atendimento em todo o Estado para uma demanda de segurados cada vez mais crescente.
Falta gente
Mesmo com a implantação do INSS Digital, o problema continua. O atendimento via internet veio para suprir a carência de servidores, mas, por outro lado, falta quem analise os processos digitalizados para evitar concessões indevidas de benefícios.
Paz no Sul
Cinco municípios do litoral Sul não registraram nenhum homicídio doloso em outubro. São eles: Anchieta, Piúma, Itapemirim, Marataízes e Presidente Kennedy.
Paz em Kennedy
Dessas cidades, Presidente Kennedy é a que está há mais tempo sem registrar mortes violentas. A última foi em janeiro e foi a única que aconteceu em 2018 no município.
Sem monopólios
Operadora de celular concorrente da líder de mercado no Estado tem oferecido planos de dados e voz cada vez mais generosos, incluindo ligações grátis na Europa e na América Latina. É a saudável concorrência em benefício do consumidor.
Max, o milagreiro
De um morador de Vila Velha ao saber que o prefeito Max Filho, por causa da enchente, transferiu seu gabinete para Jardim Marilândia: “Se isso desalagar o bairro, vou pedir pra ele mudar para Paul também”.
Maldição da enchente
Juninho (PPS) foi convidado a participar de uma reunião de prefeitos em Barcelona, Espanha. Cauteloso, desistiu em cima da hora por causa da chuvarada em Cariacica.
O valor da missão
A exemplo do que ocorreu durante a greve da PM, a Guarda Municipal de Vila Velha fez um belo trabalho no resgate e assistência às vítimas das enchentes no município.
Alô, Paulo Guedes!
Você nomearia Magno Malta para administrar alguma das suas empresas?
MINIENTREVISTA
"Não estou otimista com a nova Assembleia"
Reeleito para o segundo mandato e com a maior votação para a Assembleia, Sérgio Majeski (PSB), que se destacou na oposição a PH, aposta em maior diálogo com o governador Casagrande, mas avisa: “Continuarei exercendo o meu mandato, norteado pelos mesmos princípios de sempre”.
O sr. se destacou como deputado oposicionista, mas na próxima legislatura será da situação. O que muda na sua atuação?
Creio que me destaquei muito mais pelo conjunto do meu trabalho, pela coerência, pela seriedade e pelo comprometimento com as minhas obrigações como parlamentar, visando sempre os interesses da sociedade, de forma ética, transparente e republicana, do que apenas como oposicionista. Com Renato Casagrande acredito que haverá possibilidade de mais diálogo, o que não ocorreu no governo Paulo Hartung. Mas continuarei exercendo o meu mandato, norteado pelos mesmos princípios de sempre.
Algumas alianças do PSB na campanha o incomodaram. O sr. se sente confortável no PSB?
Não me sinto desconfortável no PSB. As alianças feitas foram as que a cúpula do partido entendeu como sendo necessárias ou melhores, mas não participei de nenhuma dessas negociações e nem fui consultado sobre elas. Então é algo sobre o qual não tenho qualquer responsabilidade.
Na sua avaliação, a próxima Assembleia será melhor ou pior que a atual?
Só o tempo dirá. Mas não estou muito otimista sobre melhoras significativas, especialmente se o atual presidente [Erick Musso] permanecer na função.
O sr. se arrepende de não ter mantido sua candidatura a senador?
Não sei se arrependimento é o termo, pois não foi uma decisão unilateral e por exclusiva vontade minha. Eu lamento que não tenha tido o apoio necessário.
Ser o mais votado para a Assembleia o surpreendeu?
Surpreendeu e me sinto muito feliz, pois a votação que obtive foi o resultado do trabalho que venho desempenhando e que parte da população acompanha e reconhece.