Sextas Crônicas Como anda a sua libido? Tive um encontro memorável com o filme sueco “Meu nome é Agneta”. Foi um abraço bom de permanecer
Crônica Ano novo, tudo velho e complicado como antes Tento caminhar pela beira-mar, como faço há meio século, pois gosto de sentir a água gelada nos pés, sem levar uma raquetada de frescobol, uma mãozada de areia de uma criança mal-educada ou uma bolada nas costas
Crônica Oscar Wilde, Rainha Vitória, batom e um cão à espera do retrato Dizem as línguas malditas — como falava o jornalista Amylton de Almeida — que a poderosa e honrosa Rainha Vitória, da Inglaterra, no auge de seu poder, nutria uma estranha paixão por Wilde
Crônica O Natal de cada um O Natal sempre volta. E existe como bem aprouver à consciência de cada criatura formada na incoercível condição de estar em um mundo plural
Crônica Em 2025, estamos cansados, hiperconectados e mais sozinhos do que nunca Eleição de palavras do ano desenham retratos de um tempo de inteligência artificial e desavenças em rede
Sextas Crônicas Sinto muito se você sente pouco A sensibilidade incomoda. Para quem sente fundo, um olhar torto, um sorriso forçado, um silêncio denso ou uma frase quebrada escondem um universo inteiro
Crônica A psicanálise e a vantagem que o Pato Donald tem sobre Donald Trump Prometo não cansá-los, mas devo confessar o que penso a respeito do desenvolvimento incompleto do presidente dos Estados Unidos
Crônica A flecha da literatura: o que é um escritor de verdade Mas seja quem quer que queira embarcar na aventureira nau da escrita, o melhor que tem a fazer é simplesmente escrever e depois deixar que o que escreveu siga livremente os caminhos de um bem partilhado e comum
Crônica Se eu pudesse, entrevistava Raduan Nassar sobre tudo e o silêncio Escritor que completou 90 anos nesta semana falou pouquíssimo na vida: raras entrevistas e a decisão de se recolher quando muita gente ainda queria ouvi-lo
Sextas Crônicas 'O Filho de Mil Homens' e a leveza do afeto escolhido A sensação que fica, ao apagar da tela, não é de tristeza ou euforia. É de uma paz morna, como fim de tarde na praia, em dias de verão