Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • É possível arrumar tempo para o sexo na agenda após a maternidade
Virgínia Pelles

É possível arrumar tempo para o sexo na agenda após a maternidade

Há casais que se tornam pais e se esquecem que são marido e mulher, só percebem isso quando os filhos se casam e sofrem ainda mais com a síndrome do ninho vazio

Publicado em 13 de Abril de 2018 às 19:51

Públicado em 

13 abr 2018 às 19:51
Virgínia Pelles

Colunista

Virgínia Pelles

Um dos fatores que minam a sexualidade de muitas mulheres durante e após a maternidade são as alterações corporais; nem todas nós ficamos felizes. O que os homens deveriam entender e valorizar é o fato de termos nos disposto a gerar um sonho, muitas vezes mais desejado por um do que por dois. 
Muitas mulheres ficam mais dispostas sexualmente durante a gestação, outras não, e assim também são os homens. Para haver o equilíbrio é necessário muita comunicação. Quando nasce o filho, algumas focam totalmente nele, já em alguns casos é o pai. E o outro se sente excluído. E quem focou na criança se sente exausto.
Para haver o equilíbrio é necessário muita comunicação entre o casal Crédito: Divulgação
Se for o primeiro filho do casal, ou de um dos dois, deve haver muito cuidado. Pode ser um período complicado para a vida sexual do casal. Se antes da criança já haviam problemas nessa área com certeza a chegada da criança pode tornar a vida sexual ainda mais desafiadora. Até ajustar a rotina da criança, a do casal e implementar uma vida sexual, muitos casamentos naufragam.
Infelizmente a solução é matemática, não dá para passar 30 dias sem ter relação e achar que isso é normal, a não ser em uma situação de doença. Mas se passou de 30 dias devem ser avaliadas as prioridades. Vida a dois não é brincadeira. Se alguém se dispôs a casar ou morar com outra pessoa, um dos motivos é a segurança do relacionamento sexual.
Há casais que se tornam pais e se esquecem que são marido e mulher, só percebem isso quando os filhos se casam, alguns se arrependem e sofrem ainda mais com a síndrome do ninho vazio. É importante ressaltar que o casamento é (ou deveria ser pelo votos núpcias) eterno, e a maternidade em período integral é temporária (quando os filhos se casam muitas sentem falta do tempo integral e de ouvir a palavra “mãe” 50 vezes no dia).
Às mães de plantão: organizem seu tempo e resgatem os tempos de namoro, se arrumem para seu marido e se amem, a maternidade não é um fardo, é uma dádiva sublime. Você apenas precisa organizar sua agenda. As pais, nos sentindo de “ser o homem”: a mãe de seu filho não é um “ser intocável”, no sentido de não poder fazer isso ou aquilo, porque é a mãe do seu(a) filho(a). Ela é sua mulher, então vá à caça e descubra a “fera” que há dentro dela.
 

Virgínia Pelles

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vítima foi agredida ao tentar prestar socorro após colidir com o animal que participava de uma comitiva às margens da rodovia
Suspeito de espancar idoso após cavalo ser atropelado é preso em Boa Esperança
Aluguel cresce no ES
Inadimplência de aluguel no Brasil registra menor taxa dos últimos 11 meses
Imagem de destaque
Tumor na cabeça: entenda a doença que afeta Juninho, ex-prefeito de Cariacica

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados