Sair
Assine
Entrar

  • Início
  • É hora de (re)pensar a Terceira Ponte
Mobilidade

É hora de (re)pensar a Terceira Ponte

Esperamos que o novo governador priorize obras de modernização e que prefeitos se unam para melhoria dos acessos

Publicado em 29 de Novembro de 2018 às 17:08

Públicado em 

29 nov 2018 às 17:08

Colunista

Terceira Ponte: projeto para melhorar a mobilidade precisa ser pensado
João Luiz Tovar*
A Terceira Ponte completará 30 anos em 2019. Essa ligação entre Vitória e Vila Velha é de vital importância, principalmente para a mobilidade da Grande Vitória, integrando nossa capital ao município canela-verde. Os governadores responsáveis por sua construção foram Élcio Álvares, que a iniciou em 1978; Gerson Camata, que retomou suas obras em 1984; e Max Mauro, que a inaugurou em 23 de agosto de 1989.
O governador Vitor Buaiz, em 1998, promoveu sua concessão à iniciativa privada, juntamente com a Rodovia do Sol – trecho entre Vila Velha e Guarapari - única rodovia duplicada no Estado. Ao completar 30 anos, algumas obras/melhorias são necessárias tanto em sua estrutura quanto em seus acessos.
A Terceira Ponte, quando inaugurada, registrou um fluxo de 12 mil veículos/dia; a projeção feita, na época, foi de um crescimento de 5% ao ano, chegando, em 2018, a 52 mil veículos/dia. A realidade mostra-nos que esse número é de 90 mil veículos, ultrapassando em muito o projetado. Com isso, surge a necessidade de realização de obras complementares adequando a Terceira Ponte e seus acessos aos novos tempos, melhorando a mobilidade urbana, um problema que aflige diariamente Vitória e Vila Velha.
Há a necessidade de aumentar, por exemplo, o número de faixas de rolamento (estudos mostram essa possibilidade, como a Ponte Rio-Niterói) e a construção de barreiras de proteção lateral (preservando a visão do Convento da Penha), entre outras providências. Também é fundamental modernizar seus acessos: a permanência da Praça do Cauê até hoje é uma demonstração da falta de interesse das autoridades com a Terceira Ponte e com a sociedade que enfrenta todos os dias congestionamentos gerados pela sua saturação.
O projeto da divisão da Praça do Cauê em duas outras foi apresentado à Prefeitura de Vitória em 1989, mas até hoje a praça continua a mesma (até foi reformada). A Rodosol (concessionária que administra a Terceira Ponte) deve também se envolver na realização dessas obras.
Esperamos que o novo governador Renato Casagrande priorize em seu programa de governo a realização das obras de modernização dessa importante obra, e também que os prefeitos Luciano Resende, de Vitória, e Max Mauro Filho, de Vila Velha, se unam para realizar melhorias nos acessos à ponte, que são os mesmos desde 1989. Juntos, a Terceira Ponte e o Convento da Penha formam o mais belo cartão postal da entrada da Baía de Vitória.
*O autor é empresário
 

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Bebê de 11 meses morre após se engasgar dentro de casa em Rio Bananal
Comendo com a mão
O que podemos comer com as mãos?
Imagem de destaque
CBN Vitória ao vivo: malha fina, CNH ganha novas funcionalidades e risco de contaminação produtos Ypê

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados