Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Segurança

Um ano de esperança

Na nova página da segurança pública, é imprescindível o diálogo entre seus representantes e a sociedade

Publicado em 29 de Dezembro de 2017 às 16:06

Públicado em 

29 dez 2017 às 16:06

Colunista

Ao chegarmos ao final de mais um ano, é o momento de se fazer um balanço para analisar as metas e os objetivos alcançados, onde se acertou ou se errou, e planejar o próximo ano.
Na retrospectiva de 2017, observa-se que os números não foram bons na área de segurança pública. Os índices de violência e criminalidade aumentaram; os crimes contra a vida dispararam, assim como os crimes contra o patrimônio. O aumento do sentimento de insegurança é geral. Não está normal.
Nesta análise, não teremos como pular o mês de fevereiro e os seus desdobramentos, já que o ocorrido marcou não só o Espírito Santo, mas todo o país. Entretanto, culpar o movimento de fevereiro é uma análise muito superficial, pois seria o mesmo que dizer que a Primeira Guerra Mundial só ocorreu porque houve o atentado e morte do duque Ferdinando, quando sabemos que a guerra ocorreu por outras infinidades de fatores que antecederam o atentado.
Mas não adianta ficar com o samba de uma nota só na cabeça. É preciso virar a página, guardando as lições deixadas para todos e seguir em frente. Não faz bem a ninguém ficar remoendo o passado, pois haverá muito o que fazer para retomarmos o caminho que a segurança pública estava trilhando até aquele momento, com queda nos indicadores de violência.
Nesta nova página da segurança pública, é preciso escrever e grifar a palavra diálogo, que será imprescindível entre os atores da segurança pública, seus representantes, bem como a inclusão da sociedade capixaba. É preciso sentar e conversar, com um diálogo franco. Esse é o melhor caminho, já que o uso da força não traz a solução pretendida.
Temos que debater a violência doméstica e familiar contra a mulher francamente, mas não se pode descuidar das crianças e adolescentes vítimas de tantas violências, e da violência contra jovens negros.
Não é admissível ostentarmos índices elevados como os que os institutos de pesquisas têm mostrado. É por isso que desejamos que em 2018 possamos ter um ano de esperanças renovadas, onde os corações e mentes estejam voltados para o bem comum das pessoas. Que possamos retomar, na segurança pública, o melhor caminho para todos os capixabas. Feliz ano novo.
*O autor é tenente coronel presidente da Assomes/Clube dos Oficiais
 

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
'Descobri que tinha uma doença rara depois de um match no Tinder'
Imagem de destaque
Violência no Espírito Santo: as boas e as más notícias na guerra eleitoral de narrativas
Transição energética, energia renovável, energia eólica, descarbonização, energia solar
Transição energética no ES não é questão de escolha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados