Muita gente imagina que as redes sociais substituíram as TVs e rádios como divulgadoras de candidaturas. Pensam que ninguém vê mais TV e, por isso, o fato de Bolsonaro e Marina não terem tempo de TV na campanha não teria muita importância. Sei não. Se fosse assim o PT não estaria com essa gana toda para regular a mídia, a Rede Globo não seria esse bicho-papão que pintam, não haveria tantas novelas e muito menos patrocinadores comerciais. Para ouvir um candidato na rede social, você tem que apertar um botão e querer ouvir. Na TV e no rádio, você é apanhado desprevenido no intervalo do programa e vê ou ouve sem se mexer.