Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Terceiro Setor

Ser voluntário faz bem

Para quem vai definir as prioridades de 2018, uma boa sugestão é incluir ações voltadas ao terceiro setor

Publicado em 11 de Janeiro de 2018 às 22:20

Públicado em 

11 jan 2018 às 22:20

Colunista

A passagem de ano tem um propósito especial para a maioria das pessoas, empresas e instituições: reavaliar o ano que termina e criar novos planos para os próximos 12 meses. Embaladas pelas reflexões sobre o que passou, são construídas novas decisões, elaborado um projeto de virada.
Para aqueles que estão retomando suas atividades e definindo suas prioridades para 2018, uma boa e relevante sugestão é incluir nesta relação ações voltadas para o terceiro setor, em especial propostas que ajudem os projetos sociais a captarem mão de obra voluntária em todo o Espírito Santo.
Esta, aliás, é uma demanda que precisa estar na agenda dos capixabas. O terceiro setor, em especial as organizações que atendem nas áreas de educação, saúde e cultura, contribuem significativamente para a redução das desigualdades sociais existentes em nosso país. São um novo e importante elo no trabalho em parceria com governos, prefeituras e empresas.
Para potencializar suas atividades, além da captação de recursos, as entidades necessitam de mão de obra das mais diversas. Embora seja um importante empregador – o terceiro setor gera cerca de 2 milhões de postos de trabalho no país –, os seus recursos são insuficientes para atender a toda a demanda existente no campo social.
Chegar às pessoas e motivá-las a se envolver com os projetos sociais e as inúmeras possibilidades de ajuda que demandam é um desafio que precisa ser vencido em 2018. E a comunicação, em seus mais diversos meios, será um parceiro valioso na realização deste feito. Afinal, todos têm um vizinho, um conhecido, um parente com espírito solidário, com vontade de servir ao próximo, mas faltam canais para alcançá-los e apresentá-los a oportunidade para contribuir e ajudar no dia a dia das entidades, saindo da condição de coadjuvante para protagonista.
Para isso, os veículos de comunicação do Espírito Santo precisam ser inseridos neste desafio. Por sua abrangência e prestígio junto à sociedade, eles têm a capacidade de provocar a reflexão e fazer com que essa relevante demanda chegue aos quatro cantos do Estado, aumentando no capixaba a vontade de ajudar, de dividir alegrias e de promover o bem comum.
Que o novo ano seja socialmente justo para todos!
*A autora é presidente do Instituto Jutta Batista da Silva
 

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Incêndio em vegetação assusta moradores de Aracruz
Lívia Vasconcelos, médica e primeira-dama de Colatina
Lívia Vasconcelos não será candidata a nada
Gaby Amarantos durante o show no Movimento Cidade
“Não conseguia me ouvir de tanto que cantavam”, diz Gaby Amarantos sobre energia dos capixabas no Movimento Cidade

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados