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Isabella Castro abre seu baú para a Revista.Ag

A jornalista contou um pouco mais sobre sua carreira, e ainda exibiu seus objetos favoritos

Publicado em 02/01/2019 às 14h46
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva

A mineira Isabella Castro é praticamente uma capixaba. Vivendo em Vitória desde os três meses, ela atrai olhares por conta de seus looks, sempre cheios de personalidade. O gosto pela moda apareceu cedo em sua vida. “Minha mãe vendeu em um quarto da nossa casa roupas jeans que ela trazia de Belo Horizonte. Eu tinha nove anos e visitava as lojas com ela pra comprar as peças. E adorava ficar naquele quarto com todas os jeans. Lembro do cheiro bom do tecido até hoje”, conta.

O tempo passou, ela se formou em Artes Plástica e Jornalismo, trabalhou em televisão, até aparecer a oportunidade de estudar em Londres, em 2009. “Não pensei duas vezes. Saí para estudar Fashion Journalism na Saint Martim, e Personal Fashion Style na London College of Fashion. Foi uma experiência rica demais. Pela cultura, pelos cursos e toda vivência que se tem quando a gente mora em um país de cultura tão diferente da nossa”.

No retorno, Isabella passou a atuar como jornalista de moda. É ela, ao lado de Paula Gribel, o nome por trás do Dupla - Coletivo de Moda, evento que movimentou Vitória no último mês. “Tem muita gente nova e talentosa fazendo moda. Marcas que vendem online e não tem loja física, e os coletivos vieram pra dar visibilidade e fomentar os negócios dessa galera talentosa cheia de energia e ideias que está começando um negócio”, explica ela que já prevê novas edição para 2019 além da estreia de um programa na internet, ao lado da design de interiores Geórgia Mendonça, e da arquiteta Bruna Medeiros. “A ideia é falar de assuntos da nossa área mas o foco é a cidade. Vitória e todas as delícias, cantos já conhecidos e desconhecidos da cidade. Me considero uma capixaba. Amo morar aqui”, diz.

Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva

Não dou, não vendo e não troco

Esta obra, da Lara Felipe, eu ganhei da minha amigona Lara Brotas quando minha filha nasceu.

Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva

Herança

A máquina fotográfica que era do meu avô. Penso em como a fotografia e a tecnologia avançaram.

Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva

Uso sempre

O cinto do designer Pierre Cardin, outra peça vintage do meu armário. Uma amiga da minha mãe foi quem me deu. Uso muito. Adoro peças com história.

Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva

Lembranças

Os livros do tempo de estudante de Artes Plásticas na Ufes. Não era boa nas aulas práticas, mas amava estudar História da Arte.

Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva

Guardo com carinho

Tenho alguns vestidos que comprei em brechós de Londres quando morei lá, e este é um deles. Fico feliz de ver que esse movimento está ganhando espaço no Brasil para que a gente aprenda reutilizar as roupas e acessórios.

Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva
Abrindo o baú. Crédito: carlos alberto silva

Eu amo

Alguns desenhos feitos pela minha filha, Helena, que coloco moldura.

 

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