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Opinião da GAZETA

Proteção da orla de Vila Velha demorou demais

O estrago já está feito, com anos de exploração imobiliária, mas ainda é possível evitar que prédios façam sombra nas praias do sul do município

Publicado em 12 de Setembro de 2018 às 22:49

Públicado em 

12 set 2018 às 22:49

Colunista

Sombras na orla de Vila Velha Crédito: Vitor Nogueira | Arquivo
É mais um caso que comprova que a justiça falha quando tarda. O que a decisão de proibir, em pleno 2018, a construção de prédios que façam sombra na orla de Vila Velha até as 17h vai de fato mudar na atual paisagem? Basta ver a foto acima, de 2015, para constatar que o estrago já está feito, com anos de exploração imobiliária, iniciada lá nos anos 80, que não levou em conta a questão ambiental.
O paredão à beira-mar não será demolido, não há como voltar no tempo e recomeçar. A decisão tardia pode ser defendida com o argumento de que as orlas da Barra do Jucu, Interlagos e Ponta da Fruta estarão protegidas a partir de agora. É fato. Mas não há como olhar para as praias mais urbanizadas e pensar na irrelevância da proibição que só saiu agora.

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