Depois de sete meses com uma produção que variou entre 245 mil a 297 mil barris de petróleo por dia (bbl/d), o Espírito Santo voltou a extrair acima da casa dos 300 mil barris.
De fevereiro a agosto, a produção média em terra e mar do Estado, de 275 mil bbl/d, ficou bem abaixo da média dos últimos cinco anos, de 371 mil barris de petróleo diários, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
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A queda no volume está relacionada com algumas paradas programadas em plataformas no litoral capixaba - em 2019, quatro embarcações da Petrobras tiveram suas atividades interrompidas.
Mas apesar do resultado melhor em setembro, o Estado não deve no curto prazo reverter esse número para voltar a alcançar a produção média, uma vez que há uma redução natural no ritmo de produção no Espírito Santo. Muitos campos petrolíferos já estão maduros, ou seja, com suas produções de estáveis para em queda.
Reverter esse cenário passa por investimentos, novos leilões e novas descobertas, situações que demandam um prazo maior.