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Logística

Porto Central quer usar Fundo Soberano em projeto no Sul do ES

Empreendedores avaliam financiamentos e potenciais sócios para o terminal em Presidente Kennedy, entre eles o fundo criado pelo governo do Estado

Publicado em 12 de Novembro de 2019 às 04:00

Públicado em 

12 nov 2019 às 04:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Perspectiva do Porto Central, em Presidente Kennedy Crédito: Porto Central/Divulgação
Enquanto o Porto Central trabalha no cumprimento de condicionantes ambientais necessárias para a implantação do projeto, em Presidente Kennedy, os investidores do empreendimento atuam em duas outras frentes: finalizar os acordos comerciais com as empresas-âncora e equacionar os financiamentos e a entrada de recursos para o negócio.
Em relação a esse último ponto, um dos caminhos possíveis é a participação do Fundo Soberano (Funses) como sócio, segundo informou à coluna o CEO do Porto Central, José Maria Novaes.
De acordo com ele, o fundo - formado com os recursos do petróleo e criado em junho deste ano pelo governo do Estado - é vislumbrado como um potencial investidor parceiro. Mas Novaes frisa que, embora o interesse de se associar ao Funses já tenha sido sinalizado ao governador Renato Casagrande (PSB), ainda é preciso esperar a regulamentação desse mecanismo.
“O Fundo Soberano é uma das nossas possibilidades. Mas estamos aguardando algumas definições para saber quais são os critérios exigidos para que as empresas se habilitem e, a partir daí, vamos avaliar se o Porto Central cumpre os requisitos”, explicou ao observar que conversas também estão acontecendo paralelamente com investidores estrangeiros.
Na primeira etapa do projeto do porto serão investidos R$ 3 bilhões, sendo que o primeiro terminal vai focar no atendimento à indústria de óleo e gás. Em etapas posteriores, a ideia é ampliar as cargas movimentadas, como GNL, grãos, contêineres, entre outras que dependem da implantação de uma ferrovia.
"O cenário hoje é mais otimista. Com os leilões, o aumento da produção e da exportação de petróleo é irreversível. As petroleiras já estão encomendando novas plataformas. Então, serão necessárias novas instalações para atender esse mercado, já que não há infraestrutura logística para escoar a produção. Dentro desse contexto, o Porto Central é o único ativo do país licenciado e com a capacidade de estar em operação em 2023"
José Maria Novaes - CEO do Porto Central

PROTOCOLO

Nesta terça-feira (12), o Porto Central e a empresa holandesa Van Oord, uma das líderes mundiais em dragagem e obras portuárias, assinam um Protocolo de Implementação - durante o evento Fórum Desenvolvimento e Inovação: O Futuro do Espírito Santo - com o objetivo de viabilizar o início da construção do porto.
O Porto Central será instalado em uma área de aproximadamente 2.000 hectares, em Presidente Kennedy, e terá até 25 metros de profundidade.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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