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Operação

Casal é suspeito de vender canetas emagrecedoras ilegalmente em Cachoeiro

Suspeitos foram detidos durante ação da Polícia Civil, que apreendeu medicamentos, entre eles a Tirzepatida, e celulares usados na venda irregular dos produtos

Publicado em 12 de Maio de 2026 às 12:22

Beatriz Caliman

Publicado em 

12 mai 2026 às 12:22
Medicamentos e celulares apreendidos na operação
Medicamentos e celulares apreendidos na operação Polícia Civil

Um casal foi detido durante uma operação da Polícia Civil em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do no Sul do Espírito Santo, suspeito de comercializar medicamentos ilegalmente, entre eles a Tirzepatida, medicação injetável conhecida como “caneta emagrecedora”.


Segundo a polícia, a ação foi deflagrada nesta terça-feira (12), e resultou na apreensão de medicamentos e celulares. Ainda de acordo com as investigações, o casal utilizava redes sociais para divulgar e vender os produtos.


De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc), delegado Felipe Vivas, o caso começou a ser investigado após denúncias encaminhadas pela Vigilância Sanitária. “A Vigilância Sanitária comunicou à Polícia Civil denúncias recebidas pela ouvidoria do município sobre pessoas que estariam comercializando medicamentos para emagrecimento, como a Tizepatida, além de remédios similares. Essa venda é proibida”, explicou o delegado.


Segundo Vivas, o inquérito foi encaminhado ao Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat) Sul, que deu continuidade às investigações e representou pelos mandados de busca e apreensão cumpridos nesta terça-feira. A operação contou ainda com apoio da Delegacia de Infrações Penais e Outras (Dipo).


Ainda conforme o delegado, medicamentos como a Tirzepatida não podem ser comercializados fora de farmácias regulamentadas pela Anvisa, o que pode configurar crimes de contrabando e contra a saúde pública.


O casal foi encaminhado, junto com os produtos apreendidos, para a Central de Teleflagrante da Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim. Segundo a Polícia Civil, o caso segue em andamento e, até o momento, não há informações sobre a autuação dos suspeitos.

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