Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Mundo
  • Suprema Corte libera restrição de Trump a transgêneros nas Forças Armadas
Estados Unidos

Suprema Corte libera restrição de Trump a transgêneros nas Forças Armadas

A decisão já evidencia a inclinação mais conservadora do tribunal, com os quatro magistrados considerados mais progressistas votando contra a política

Publicado em 22 de Janeiro de 2019 às 20:22

Publicado em 

22 jan 2019 às 20:22
A política impede indivíduos diagnosticados com disforia de gênero (desconforto com o gênero de nascimento) de atuar no serviço militar, com raras exceções Crédito: Reprodução/Pixabay
A Suprema Corte americana autorizou nesta terça-feira (22) que entrasse em vigor uma medida do presidente Donald Trump que restringe a atuação de pessoas transgênero no serviço militar do país, em decisão controversa e criticada por ativistas LGBT.
Os juízes não entraram no mérito da questão, mas decidiram que as limitações podem vigorar enquanto cortes de instâncias inferiores analisam as ações que contestam a medida.
A decisão já evidencia a inclinação mais conservadora do tribunal, com os quatro magistrados considerados mais progressistas votando contra a política. Os cinco demais autorizaram a entrada em vigor da medida de Trump - o presidente mudou o equilíbrio da Casa em julho do ano passado, ao indicar Brett Kavanaugh para substituir o juiz Anthony Kennedy na Suprema Corte.
A política, confirmada pelo então secretário de Defesa, Jim Mattis, em 2018, impede indivíduos diagnosticados com disforia de gênero (desconforto com o gênero de nascimento) de atuar no serviço militar, com raras exceções. Quem não tiver o transtorno pode servir, mas apenas se concordar em alistar conforme o gênero designado no nascimento.
Em comunicado, o Pentágono ressaltou que a política não barra todos os indivíduos transgênero de atuar no serviço militar.
"Como sempre, tratamentos todas as pessoas transgênero com respeito e dignidade. A política proposta [pelo Departamento de Defesa] não é banir do serviço pessoas transgênero. É crítico que o departamento possa implementar políticas de funcionários que determina ser necessárias ", afirmou à CNN a tenente-coronel Carla Gleason, porta-voz do Pentágono.
"A política proposta pelo departamento é baseada no julgamento militar profissional e vai assegurar que as Forças Armadas dos EUA permaneçam a força de combate a mais letal e efetiva do mundo."
Kerri Kupec, porta-voz do Departamento de Justiça, elogiou a decisão da Suprema Corte por "abrir o caminho para a política entrar em vigor enquanto o litígio continua". "O Departamento de Defesa tem a autoridade para criar e implementar políticas de funcionários que determina que sejam necessárias para defender melhor nossa nação."
Em julho de 2017, quando anunciou a medida por uma rede social, Trump afirmou que as forças militares "devem estar focadas em vitórias decisivas e esmagadoras e não podem ser sobrecarregadas com os enormes custos médicos e perturbação que um transgênero no serviço militar implicaria."
Em janeiro de 2018, o Pentágono foi obrigado a permitir a candidatura de pessoas transgênero no serviço militar, depois de um juiz federal determinar que o serviço militar teria que permitir que recrutas transgênero se alistassem.
A medida de Trump reverte uma regra da administração do democrata Barack Obama de junho de 2016 que teria aberto o serviço militar a indivíduos transgênero.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Senador Marcos do Val
Após cogitar governo, Do Val decide buscar reeleição como senador pelo ES
Imagem de destaque
'Busco time que me queira como jogador e não para marketing', diz Vozinha
Imagem de destaque
Brasil bate Argentina e leva ouro no futebol de cegos dos Jogos Parasul-Americanos

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados