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"Sinais positivos"

OMS: Itália está fazendo tudo o que pode para conter novo coronavírus

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou enxergar sinais positivos em relação à contenção do coronavírus na Itália, epicentro da pandemia na Europa

Publicado em 25 de Março de 2020 às 17:38

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 mar 2020 às 17:38
Pessoas usam máscara para se proteger do coronavírus em Milão, na Itália.
Pessoas usam máscara para se proteger do coronavírus em Milão, na Itália. Crédito: Mick De Paola/Unsplash 
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou enxergar sinais positivos em relação à contenção do coronavírus na Itália, epicentro da pandemia na Europa. "A Itália está fazendo tudo o que pode", destacou, durante entrevista coletiva, em Genebra, na Suíça.
Tedros também elogiou a decisão da Índia de impor quarentena total a toda sua população, ainda que o número de casos da doença do país ainda seja baixo. "Pedimos a todos os países que introduziram medidas de quarentena para aproveitar o período para atacar o vírus", instou.
O médico etíope reiterou que, junto com a Organização das Nações Unidas (ONU), a OMS lançou um programa para ajudar os países mais pobres em meio à pandemia. "Esta é mais que uma crise de saúde, e estamos comprometidos a trabalhar juntos para proteger as pessoas mais vulneráveis ao vírus e suas consequências", ressaltou Tedros, que convocou ainda os países do G20 a ajudar as nações de baixa renda.
Segundo o diretor-geral, o Fundo de Resposta Solidária da Covid-19, criado há duas semanas, recebeu mais de 200 mil doações. "O Fundo já arrecadou mais de US$ 95 milhões", revelou.
Tedros saudou, ainda, decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de adiar em um ano os Jogos Olímpicos de Tóquio, "uma decisão dura, mas inteligente" e o pedido da ONU por um cessar-fogo global enquanto durar a epidemia.
O diretor-executivo da OMS, Michael Ryan, que também participou da coletiva, disse que a falta de materiais médicos para o tratamento do coronavírus mostra que "o mundo não está pronto para uma pandemia".

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