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Fim da taxa das blusinhas turbina pacote eleitoral de Lula: isso terá algum efeito na campanha?

Desde quando foi sancionada por Lula após ser aprovada no Congresso, em 2024, a "taxa das blusinhas" foi considerada o maior erro do governo pelos eleitores, segundo pesquisas da AtlasIntel.

Publicado em 14 de Maio de 2026 às 07:34

BBC News Brasil

Publicado em 

14 mai 2026 às 07:34
Imagem BBC Brasil
Crédito: Tuane Fernandes/Bloomberg via Getty Images
A menos de 5 meses do primeiro turno das eleições presidenciais, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou na terça-feira (12/5) o fim da chamada "taxa das blusinhas", o imposto criado em junho de 2024 que taxou em 20% as compras internacionais de até US$ 50 em plataformas internacionais como Shein, Shopee e AliExpress.
Com a medida, o governo abre mão de uma taxa que impulsionou sua arrecadação crescente com impostos de importação. Só nos quatro primeiros meses de 2026, foram destinados R$ 1,78 bilhão aos cofres públicos, segundo a Receita Federal. No ano de 2025, foram R$ 5 bilhões.
No anúncio, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, disse, se dirigindo a Lula, que "o que importa mesmo é que são produtos de consumo popular".
"Os números mostram que a maior parte das compras é de pequeno valor. Então, o que o senhor [presidente] está fazendo é retirar impostos federais do consumo popular, do consumo das pessoas mais pobres", disse Moretti.
O fim do imposto se soma a um conjunto de medidas do governo para aumentar o poder de compra da população e aquecer a economia no ano eleitoral, como mostrou levantamento da BBC News Brasil.
Desde quando foi sancionada por Lula após ser aprovada no Congresso, em 2024, a "taxa das blusinhas" se mostrou muito impopular entre os brasileiros, segundo pesquisas da AtlasIntel.
"A gente tem monitorado isso há bastante tempo, desde que ela entrou em vigor praticamente, e, para maioria de mais de 60% a 65%, era o principal erro do governo", explica Yuri Sanches, diretor de risco político da AtlasIntel
Por isso, segundo Sanches, a taxa causou danos ao governo Lula ao colocar a carga tributária como um tema mais discutido nas eleições, alcançando camadas da população que não se envolvia diretamente na discussão sobre impostos.
"O grande ônus que a taxa das blusinhas trouxe é porque ela ajudou a colocar num nível de didaticidade para o eleitorado base do Lula e um eleitorado mais pobre o argumento da direita de que o governo Lula é um governo que taxa muito e que impõe uma carga tributária muito alta sobre a população", avalia.
Para o diretor AtlasIntel, a revogação da taxa vem em um momento que pode ter algum efeito eleitoral positivo ao presidente, mas que irá se somar com outras notícias como a revelação do contato de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro.
"Não vai ser o fator que pode fazer com que Lula vença a eleição, que vá mudar a direção da tendência de aprovação de governo, de desempenho eleitoral. Mas, sim, ajuda", avalia Sanches.
Já o cientista político Hilton Fernandes, professor do Laboratório de Opinião Pública e Mídias Digitais da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), avalia que o fim do imposto "deve servir muito mais como vacina contra os ataques que a oposição faz ao governo, sendo uma medida com pouco potencial para melhorar a popularidade ou conseguir votos".
"A polarização faz com que o eleitorado não fique tão sensível a esse tipo de ação, pois a decisão do voto está muito mais relacionada a preferências pessoais, e não a avaliação de políticas públicas", avalia Fernandes.
Imagem BBC Brasil
Lula aparece tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro nas pesquisas Crédito: AFP via Getty Images
Segundo Yuri Sanches, o governo deve tentar se descolar durante a campanha da criação da taxa, feita no Congresso. Na época, o presidente Lula chegou a dar entrevistas criticando a medida como "desnecessária" — ainda assim, ele acabou a sancionando.
Na época da implantação, a medida atendeu a pedidos da indústria e do varejo têxtil nacional, que sempre alegaram que a isenção cria um desequilíbrio na concorrência com os fabricantes chineses.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) chegaram a apresentar ao então ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), um estudo que estimava até 2,5 milhões de demissões por causa da isenção para empresas de fora do país, segundo a Agência Brasil.
Nesta quarta-feira, após o anúncio do fim da taxa, a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) classificou a medida como um "grave retrocesso econômico" e um "ataque direto à indústria e ao varejo nacional".
"Ao abrir mão da tributação das plataformas estrangeiras, o governo escolhe penalizar as empresas brasileiras", diz a nota.
"É inadmissível que, enquanto o setor produtivo nacional enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, juros elevados, custos operacionais crescentes e um ambiente regulatório extremamente complexo, empresas internacionais continuem recebendo privilégios artificiais para avançar sobre o mercado brasileiro", segue a Abvtex.
Já a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) chamou a decisão de "extremamente equivocada, que penaliza de modo direto quem investe, produz, emprega e acredita no Brasil".
Em nota divulgada na imprensa, a Shein afirmou que a medida representa uma "grande vitória para o consumidor brasileiro", especialmente para as classes C, D e E.
Apesar da isenção federal, as mercadorias vendidas em sites internacionais seguem pagando um tributo arrecadado pelos Estados, o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A tentativa de segurar preço dos combustíveis

No ano eleitoral, o governo Lula também tem tomado medidas para segurar o aumento do preço dos combustíveis diante da guerra envolvendo Estados Unidos e Irã. O barril de petróleo chegou a ser negociado a US$ 119 em março, maior valor desde 2022, quando teve início a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Nesta quarta-feira, o governo federal anunciou uma medida provisória para conter preços da gasolina de forma imediata. A medida oferece subsídio de até R$ 0,89 por litro, no limite dos valores da Cide e do PIS/Cofins, tributos federais que incidem sobre os combustíveis.
A subvenção é um repasse financeiro direto (dinheiro), no caso às refinarias e importadores de combustíveis.
Segundo Bruno Moretti, ministro do Planejamento e Orçamento, o cenário inicial é uma subvenção parcial para gasolina de entre R$ 0,40 e R$ 0,45 por litro
Nesse cenário, o custo ao governo seria entre R$ 1 bi e 1,2 bi ao mês, segundo o ministro.
O governo também já havia adotado medidas para tentar segurar o preço do diesel, diante de temores de uma greve de caminhoneiros no país similar a que ocorreu em 2018, paralisação que provocou um tombo na economia. O combustível está desonerado até 31 de maio.
A partir de então, haverá a nova subvenção como a da gasolina, de até R$ 0,35 por litro de diesel, com impacto de R$ 1,7 bi ao mês, segundo o ministro Moretti.
A medida provisória ocorre antes que a Câmara dos Deputados analise um projeto de lei encaminhado pelo governo Lula em abril. A medida, se aprovada, autorizaria o uso de receitas extraordinárias do petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis.
Imagem BBC Brasil
Lula lançou pacote de R$ 30 bilhões para segurar alta do diesel; agora, anunciou subsídio à gasolina Crédito: Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images

Outras medidas: IR, gás e luz

A extinção da taxa da blusinha e as medidas sobre combustíveis se somam a outras tomadas pelo governo Lula para aliviar o bolso de parte da população.
Uma das principais foi a redução do Imposto de Renda para a classe média e a ampliação de benefícios para os mais pobres, através dos novos programas Gás do Povo (distribuição de botijões) e Luz do Povo (descontos na conta de energia).
O aumento da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e a redução da alíquota para quem ganha até R$ 7.350, mudanças que começaram a valer em janeiro, devem evitar a arrecadação de algo entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, segundo projeções de instituições financeiras, como BTG Pactual e ARX Investimentos, beneficiando 15 milhões de pessoas.
Já o Gás do Povo e o Luz do Povo devem somar, neste ano, um alívio de R$ 15,5 bilhões no bolso de famílias de baixa renda, uma alta de R$ 3,6 bilhões em relação a 2025, segundo dados do próprio governo federal.
Os dois programas, criados no ano passado, ampliaram políticas já existentes para acesso gratuito a botijões e descontos na conta de energia. As políticas foram rebatizadas e se tornaram vitrines do governo Lula.
No caso do Gás do Povo, o programa mais que triplicou as famílias atendidas em 2026, de 4,5 milhões para 15 milhões. Os beneficiários têm direito a recargas de 4 a 6 botijões por ano, a depender do tamanho das famílias.
Já o número de residências beneficiadas pelo Luz do Povo deve passar de 16,7 milhões para 20,9 milhões ao longo de 2026, segundo o Ministério de Minas e Energia.
O programa garante gratuidade na conta de energia para famílias com renda de até meio salário-mínimo por pessoa e consumo de até 80 kWh por mês. E dá um desconto de 11,8% na conta das famílias com renda de até um salário-mínimo por pessoa e consumo mensal de até 120 kWh.

Estímulo ao crédito

Além do alívio direto no bolso, o governo Lula adotou, ao longo de 2025, medidas para estimular o acesso a crédito barato, que terão impacto neste ano.
A novidade que deve movimentar mais recursos é o Crédito do Trabalhador, linha de crédito consignado criada em março de 2025 e que vem crescendo. Nessa modalidade, trabalhadores formais conseguem contrair empréstimos usando até 10% do seu saldo do FGTS como garantia — isso reduz o risco de inadimplência, diminuindo também os juros cobrados.
A projeção da ARX Investimentos é que serão liberados, no total, R$ 134 bilhões em novas operações em 2026.
O governo também expandiu o Minha Casa Minha Vida (MCMV), programa do governo Lula com maior aprovação popular — 90% de apoio, segundo pesquisa de dezembro do instituto Quaest.
O MCMV, que oferece empréstimo subsidiado para compra de imóveis com recursos do FGTS e outros fundos públicos, alcançou orçamento recorde de R$ 180 bilhões em 2025 e deve continuar crescendo em 2026.
Segundo o Ministério das Cidades, o programa já contratou mais de 1,9 milhão de unidades desde 2023, com investimento público superior a R$ 300 bilhões, e a meta é chegar a 3 milhões até o final de 2026 — ou seja, a previsão de novos contratos para este ano é quase o dobro da média dos três primeiros anos de mandato.
Neste ano, o governo anunciou a ampliação das faixas de renda atendidas pelas quatro modalidades do MCMV, assim como o aumento do valor dos imóveis que podem ser financiados.
Com isso, o limite de renda passou de R$ 12 mil para R$ 13 mil, e o valor máximo do imóvel aumentou de R$ 500 mil para R$ 600 mil, elevando o potencial de beneficiários.
No ano passado, o governo já havia lançado duas novidades para o setor habitacional. Uma delas foi a criação da faixa 4 do MCMV, no final de março, para atender famílias de maior renda.
E a outra foi o programa Reforma Casa Brasil, que oferece financiamentos para obras residenciais, no valor de R$ 5 mil a R$ 30 mil, com juros subsidiados, para famílias com ganhos de até R$ 9,6 mil por mês.
A previsão da ARX Investimentos é que apenas essas duas novas políticas vão movimentar R$ 46 bilhões neste ano, ante apenas R$ 8 bilhões no ano passado.
Neste mês de maio, Lula assinou ainda a MP do Novo Desenrola Brasil, pacote de medidas para a renegociação de dívidas, também chamado de Desenrola 2.0.
Uma das medidas será liberar parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores com carteira assinada possam quitar suas dívidas.
Em março, o Brasil atingiu 82,8 milhões de endividados, o maior número de inadimplentes em toda a série histórica da avaliadora de crédito Serasa.
Para oferecer garantias às instituições financeiras que participarem do programa, o governo prevê utilizar recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO)
Para isso, o governo deve fazer um aporte de R$ 5 bilhões, que serão somados aos R$ 2 bilhões que já estão disponíveis no fundo. Além disso, serão utilizados entre R$ 5 e R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos.
"A estratégia do governo para maximizar o dividendo político-eleitoral é atuar em várias frentes. Então, tem de benefícios sociais até medidas que vão manter a economia aquecida, como a expansão do crédito", afirmou em fevereiro o economista-chefe da ARX Investimentos, Gabriel Leal de Barros.
Os estímulos ocorrem em um momento de desaceleração da atividade econômica. Segundo economistas consultados pelo Banco Central semanalmente no Boletim Focus, em maio, o mercado prevê expansão de 1,85% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2026, resultado pior que os de 2025 (2,3%) e de 2024 (3,4%).
Lula e seus ministros costumam rebater as críticas de que as medidas sociais e econômicas mirem a eleição de 2026. O governo argumenta que ações como o aumento da isenção do IR e a oferta de empréstimo consignado melhoram a vida dos trabalhadores.

Pressão sobre inflação e juros

O outro lado dessa política de expansão do poder de compra das famílias e da oferta de crédito, nota o economista, é o aumento da pressão sobre a inflação e os juros.
A taxa Selic, fixada pelo Banco Central e que serve de referência para os juros cobrados no país, subiu de 10,50% ao ano em julho de 2024 para 15% ao ano em junho de 2025, maior patamar desde 2006.
A taxa continua a maior em vinte anos, após sofrer um pequeno corte na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em abril, para 14,50% ao ano.
"Essa quantidade de grana movimentando a economia fez com que a Selic tivesse que ser 15%. Não fosse isso [as medidas do governo], poderia ser muito menor", afirma Barros.
A preocupação é compartilhada pelo economista Samuel Pessoa, pesquisador da FGV e do BTG Pactual, que aponta também o impacto das medidas no aumento da dívida pública.
Isso ocorre, explica, tanto pelo aumento das despesas do governo, como pelo aumento da taxa Selic, que serve de referência para correção da dívida.
Segundo dados do Banco Central, a dívida pública cresceu de 71,7% do PIB em dezembro de 2022, antes de Lula assumir a presidência, para 78,7% do PIB em janeiro deste ano.
"Quando você aumenta o consumo agregado, sendo que a economia já está operando a pleno emprego, isso gera pressão inflacionária. Aí tem que ter mais juros e a dívida pública vai crescer mais", afirma Pessoa.
Outros economistas têm uma visão menos crítica das ações do governo. Para Nelson Marconi, professor da FGV Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), o problema da alta da dívida pública está relacionado a uma meta de inflação baixa, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Na sua visão, isso obriga o Banco Central a manter os juros que corrigem a dívida muito elevados. Por outro lado, como a Selic alta esfria a economia, isso leva o governo a adotar mais medidas para estimular o crescimento do país, avalia.
A meta de inflação para 2026 é de 3%, com margem de tolerância até 4,5%. O IPCA, índice de preços do IBGE, fechou fevereiro com alta acumulada em 12 meses de 3,81%. A previsão do Boletim Focus é que o índice feche 2026 acima de 4%.
Para os economistas Gabriel de Barros e Samuel Pessoa, esse cenário torna mais desafiador para o presidente eleito em outubro reduzir despesas e aumentar o superávit primário (economia para pagar juros da dívida). "O que está sendo feito não é sustentável", critica Barros.

O pacote de Bolsonaro

Imagem BBC Brasil
Bolsonaro não conseguiu se reeleger em 2022, mesmo lançando um pacote de medidas de R$ 41 bilhões Crédito: SERGIO LIMA/AFP via Getty Images
Na avaliação do cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, o peso da economia na definição da eleição diminuiu nos últimos pleitos, quando a política brasileira se tornou muito polarizada entre o lulismo e o bolsonarismo.
Ele lembra que Jair Bolsonaro não conseguiu se reeleger em 2022, mesmo lançando um pacote de medidas de R$ 41 bilhões em agosto daquele ano (o equivalente a cerca de R$ 46 bilhões hoje), a poucos meses da eleição.
Isso foi possível após seu governo conseguir aprovar no Congresso uma controversa alteração constitucional que declarava "estado de emergência" no país para driblar restrições à criação de novos benefícios às vésperas do pleito. A justificativa para a medida era a alta no preço dos combustíveis por causa da guerra na Ucrânia.
A mudança ficou conhecida como PEC Kamikaze e permitiu ampliar o Auxílio-Gás e o Auxílio Brasil (substituto do Bolsa Família) e criar benefícios temporários para caminhoneiros e taxistas. Depois, em 2024, o STF considerou essa PEC inconstitucional.
Seu governo criou também uma modalidade controversa de consignado para beneficiários do Auxílio Brasil entre o primeiro e o segundo turno presidencial, liberando R$ 9,5 bilhões em outubro de 2022 (o equivalente a cerca de R$ 11 bilhões hoje) em empréstimos para os segmentos mais pobres da população. Após a eleição, os desembolsos caíram fortemente e o programa acabou no início de 2023.
Apesar das medidas, Bolsonaro não conseguiu se reeleger, devido ao elevado índice de rejeição a seu governo, que analistas atribuem, em boa parte, à sua atuação na pandemia de covid-19, quando se posicionou contra a vacinação e medidas sanitárias.

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