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Em Portugal

Ataque a faca em centro dedicado a ramo do islamismo em Lisboa deixa 2 mortos

O suspeito feriu um homem e matou duas mulheres com uma faca em um centro mulçumano ismaelita; as duas mulheres eram portuguesas

Publicado em 28 de Março de 2023 às 12:33

Agência FolhaPress

Publicado em 

28 mar 2023 às 12:33
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Ataque a faca em centro dedicado a ramo do islamismo em Lisboa deixa 2 mortos Crédito: Pixabay
Ao menos duas mulheres morreram e um homem foi ferido em um ataque a faca em um centro muçulmano ismaelita em Lisboa nesta terça-feira (28). De acordo com a CNN Portugal, o agressor era afegão e tinha por volta de 40 anos —a polícia não confirmou sua identidade.
Já as mulheres eram portuguesas: uma tinha cerca de 20 anos e a outra em torno de 40. Uma delas era professora de inglês do agressor, e a outra, sua colega de turma nas mesmas aulas, que ocorriam no centro da cidade.
O homem, um jovem, teve ferimentos superficiais no peito e no pescoço, e chegou sozinho ao hospital. Nenhuma das vítimas teve seu nome divulgado.
O Centro Ismaili de Lisboa é a sede mundial do ismaelismo, ramo minoritário do islamismo xiita. Seus integrantes —que somam quase 15 milhões de pessoas em 30 países, de acordo com o site oficial da corrente— têm sido atacados por grupos extremistas em países como o Paquistão e o Afeganistão.
Segundo a imprensa local, o agressor invadiu o espaço pela manhã portando um facão. A polícia chegou ao centro perto de 11h e atirou no homem depois que ele desobedeceu as ordens de largar a arma. O afegão foi baleado na perna e encaminhado a um hospital na capital portuguesa para tratamento. Agentes de operações especiais cercaram o local.
Representante da Associação da Comunidade Afegã em Portugal, Omed Taeri afirmou à CNN Portugal que o agressor tinha problemas de saúde mental e havia contatado a entidade com a preocupação de não ter onde deixar os três filhos caso arranjasse trabalho.
As autoridades não determinaram se o incidente foi um ataque terrorista, embora o caso seja investigado pela Unidade de Contraterrorismo da polícia, e não pelo Departamento de Homicídios.
O primeiro-ministro de Portugal, António Costa, afirmou que quaisquer interpretações sobre o crime seriam prematuras a essa altura. "Até agora, tudo indica que foi um ato isolado, mas não nos vamos antecipar às autoridades", disse à imprensa.
Portugal não registrou nenhum ataque terrorista nas últimas décadas. O último atentado do tipo data de 1983, quando cinco cidadãos armênios armados invadiram a embaixada da Turquia em Lisboa e mataram duas pessoas.

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