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Gutman Uchôa de Mendonça

Marginalidade impune

O Brasil não pode caminhar para esse estado de deterioração moral diante da fragilidade das leis que não punem adequadamente

Publicado em 29 de Janeiro de 2018 às 22:01

Públicado em 

29 jan 2018 às 22:01

Colunista

Quem tem a cabeça no lugar, pensa no país, no desenvolvimento nacional, na família, quer uma nova ordem para o Brasil. A impressão que temos, como sociedade, é que todos estão loucos! Não se pode ir às compras, ao banco, à praia se divertir com os amigos e tomar um banho de mar, ou mesmo tomar uma condução, que podemos ser vítimas de um assalto, de uma bala perdida, de um sequestro, tornando a vida um negócio desagradável.
Agindo com a necessária prudência, num ato de proteção à coletividade, o Ministério Público Estadual solicitou o cancelamento do Orla Folia, na Praia de Itaparica, em Vila Velha, onde ocorreu um tremendo tumulto, deixando pessoas feridas, mas a Prefeitura de Vila Velha não cumpriu a ordem de cancelamento e a festa se transformou em tragédia.
A Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Vila Velha diz que a ordem do Ministério Público Estadual chegou com atraso, e o Orla Folia, com suas tragédias, já tinha ocorrido.
Esses ajuntamentos não são civilizados. É preciso uma nova ordem nacional, onde alguém seja responsabilizado com severidade diante do não cumprimento da ordem de uma autoridade, responsável pela proteção da família e dos bons costumes.
A praia deixou de ser um local de lazer, de boa convivência, para se transformar num antro de marginais, de bagunça, diante da fragilidade do sistema policial que não pode estar em todo canto. Há uma falência moral de uma ponderável parcela da população, por falta de educação, de punição exemplar, pelo desrespeito aos direitos individuais.
Não sei como pode ocorrer uma mudança no sistema de segurança pública, para punir aqueles que impedem o direito de ir e vir. As determinações do Ministério Público precisam ser cumpridas, respeitadas à risca.
 
A fragilidade do aparelho policial, comprometido com um processo de greve totalmente irregular, ferindo os princípios constitucionais, e as irregularidades administrativas sob o patrocínio de governantes irresponsáveis, tudo isso impõe a mudança da ordem pública.
O Brasil não pode caminhar para esse estado de deterioração moral diante da fragilidade das leis que não punem adequadamente. As coisas no país não andam em sentido reto, uniforme, como seria preciso. A insegurança geral em que vivemos mete medo pela ação da marginalidade.

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