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Tigre

Erick Silva mira recuperação e contrato com o UFC: 'Tenho duas lutas'

Lutador capixaba de 33 anos está treinando na Academia Team Nogueira, no Rio de Janeiro, para tentar dar a volta por cima dentro da modalidade

Publicado em 24 de Janeiro de 2018 às 18:44

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 jan 2018 às 18:44
Rápido, inteligente e de punhos fortes, o capixaba Erick Silva conquistou fama e ganhou o apelido de fenômeno de forma precoce no MMA mundial por conta da temporada de estreia avassaladora que teve no Ultimate Fighting Championship (UFC), em 2011. Contudo, mesmo apontado no começo da carreira como sendo uma grande promessa do universo das lutas, após sete anos, o lutador não atingiu o nível desejado. Hoje, Erick não vive um grande momento dentro do octógono. Aos 33 anos, o atleta natural de Vila Velha acumula uma sequência de quatro derrotas nas últimas cinco lutas. E parece que ele mesmo já notou que é hora de virar a chave.
Lutador Erick Silva durante treinamento na Team Nogueira Crédito: Jairo Trancoso
No último confronto, Erick Silva foi dominado pelo canadense Jordan Mein, que venceu por decisão unânime os três rounds disputados e ainda colocou fim a uma série de três derrotas seguidas. Antes, para agravar a situação, o capixaba já havia sido derrotado pelo americano Yancy Medeiros, pelo francês Nordine Taleb e pelo americano Neil Magny. No meio disso, o "Tigre", como Erick é chamado, passou por cima do brasileiro Luan Chagas. Retrospecto recente que deixa Erick incomodado em querer dar a volta por cima.
“Agora estou treinando no Rio de Janeiro, na Academia Team Nogueira. Cheguei aqui na segunda-feira e vou estar fazendo minhas atividades aqui por duas semanas. Resolvi fazer isso para manter minha forma física e técnica da melhor maneira possível. Aqui tenho treinado com feras como Rafael Feijão, Rodolfo Pinheiro e outros atletas. É importante para eu continuar aprimorando meu estilo”, disse.
Lutador Erick Silva durante treinamento com técnico André Benkei Crédito: Jairo Trancoso
A frustração por não conseguir o cinturão da divisão peso meio-médio do UFC existe, por outro lado, a cabeça do capixaba está em reescrever sua história na modalidade e, em 2018, voltar a fazer duelos de destaque no esporte. O pontapé inicial deve ser em uma luta que estaria marcada para abril, mas, apesar de não confirmar a informação, Erick se diz tranquilo quanto sua renovação de contrato com o UFC - ainda restam dois confrontos a serem cumpridos.
“Minha cabeça está em apenas treinar. Não tem nada confirmado ainda sobre minha próxima luta e vejo isso de forma positiva também. Acho que assim consigo me preparar com a cabeça mais tranquila, sem pressão. Vim treinar no Rio para relaxar, sair da rotina. Vai me fazer bem. Sobre renovação de contrato... não estou preocupado com isso. Tenho duas lutas para fazer e geralmente o UFC só nos procura para renovar contrato faltando uma luta. Mas estou focado no meu trabalho”, comentou Erick Silva.
No caminho do irmão mais velho
Seguindo os desejos do irmão, Gabriel Silva, irmão caçula de Erick, também tem treinado em alta intensidade para ter um 2018 com mais expressão dentro do octógono. O lutador de 23 anos fez sua última luta em março do ano passado, na vitória que teve contra o polonês Kamil Lebkowski, no evento Fight Exclusive Night (FEN), que aconteceu em Varsóvia, na Polônia. De lá para cá, sem desafiantes, Gabriel procurou continuar trabalhando para que, quando a oportunidade surgir, possa estar preparado. 
Gabriel Silva fez sua última luta em março do ano passado Crédito: Divulgação
“Ganhei na Polônia e os organizadores haviam me prometido uma segunda luta, porém, ela acabou não acontecendo. Mesmo assim, continuo fazendo meus treinos empenhadamente. Se a chance de lutar aparecer, estarei pronto para assumir o compromisso da melhor maneira”, comentou Gabriel.
O atleta tem um cartel com seis vitórias na carreira - venceu todos os confrontos. Ao todo foram dois nocautes (Diego Rodrigues Pralon e Vinicius Baralto), três triunfos por decisão dos juízes (Willian Vogado, Wendel Araújo e Kamil) e uma vitória por finalização (Renato Fernandes). 

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