Publicado em 7 de janeiro de 2022 às 19:37
Dono de um currículo extenso, com 27 lutas e 22 vitórias, o lutador capixaba Hiago Fernandes embarca para o Rio de Janeiro na próxima quinta-feira (13) para encarar mais um grande desafio na carreira: a disputa do Rio Muay Thai Challenge, um dos principais eventos do calendário da modalidade. >
Atual bicampeão do Super Thailand, realizado em São Paulo, o atleta vai encarar o carioca Ramon Costa “Sayajin” pela disputa do cinturão na categoria profissional até 60 kg, válido pela Organização Mundial de Muay Thai.>
Bastante dedicado, Fernandes tem usado seus três períodos de treinos diários para acertar os últimos detalhes para a luta. E nem mesmo o fato de seu adversário lutar em casa parece abalar o capixaba.>
“Meu gás está em dia e estou muito focado, mas acredito que vá ser uma luta difícil. Apesar de conhecer algumas pessoas da equipe dele, essa vai ser a primeira vez que eu enfrento o Sayajin. Tenho feito três séries de treinos por dia, cada uma com quase duas horas de duração, para que eu consiga sair vitorioso e trazer mais este título para o Espírito Santo. A expectativa está grande”, revelou.>
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Apesar do cartel recheado de vitórias e cinturões, o atleta, que tem 25 anos, começou a carreira no muay thai de forma tardia, com 19 anos. Desde então, no entanto, o esporte segue fazendo parte da sua vida de forma constante.>
“Eu descobri o muay thai através de um amigo. Ele me chamou para ir a uma academia, que o primo dava aula, e foi lá que eu conheci o esporte e o professor que me acompanha até hoje. Atualmente, o muay thai está envolvido em toda a minha vida. Além de ser lutador, eu também dou aula da modalidade aqui em Jacaraípe”, detalhou. >
Mesmo com pouco tempo no esporte, Fernandes já alcançou resultados bastante expressivos. Em 2018, com menos de dois anos como profissional, o lutador já participou, inclusive, de competições internacionais. A principal dela aconteceu na Tailândia, a Meca do esporte.>
“Disputar o WMO [World Muay Thai Organization] na Tailândia foi muito especial e uma experiência muito surreal, que acrescentou muito na minha carreira. Sem ter ido para lá, eu não seria o mesmo lutador que sou hoje. Acredito que a competição me fez crescer demais. Na época, terminei o torneio como vice-campeão da categoria até 63,5 kg. Disputei seis lutar e só perdi a final, para um tailandês”, contou Fernandes.>
Com informações da Sesport>
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