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Negócios

Integridade: exigência do mercado e da sociedade

Fazer o certo e cumprir leis e regulamentos é premissa inafastável de sustentabilidade das organizações

Publicado em 13 de Julho de 2018 às 19:46

Públicado em 

13 jul 2018 às 19:46

Colunista

Álvaro Rogério Duboc Fajardo*
O atual cenário de instabilidade político e social decorrente dos escândalos de corrupção envolvendo grandes corporações e agentes públicos dos mais elevados níveis reflete uma grave e generalizada crise de credibilidade que atinge indistintamente corporações e instituições públicas e privadas. Essa quebra de confiança se revela nas conversas do cotidiano, nos noticiários e se consolidam em diversas pesquisas, divulgadas ao longo dos últimos meses.
Segundo estudo global Edelman Trust Barometer 2017, 62% dos brasileiros não acreditam nas instituições. O indicador reforça a necessidade de revisão dos processos de gestão e a adoção de uma cultura de integridade e compliance, conectada ao modelo de gestão orientada para resultados.
Fazer as coisas certas e cumprir as leis e regulamentos passou a ser premissa inafastável para a sustentabilidade das organizações.
Desafios, comunicação, liderança e transparência são elementos fundamentais para garantir uma mudança profunda e positiva na cultura das empresas
A expressão compliance vem do verbo inglês “to comply”, que em tradução livre significa “conformidade”. Portanto, quando falamos em compliance, estamos nos referindo a um conjunto de regras, padrões, procedimentos éticos e legais que orientam o comportamento das organizações em suas relações internas e externas.
A internalização de uma cultura de integridade em uma organização é idealmente moldada pela alta administração ao adotar valores fundamentais de governança corporativa e elevados padrões éticos em suas ações e na definição de seus objetivos estratégicos.
Desafios, comunicação, liderança e transparência são elementos fundamentais para garantir uma mudança profunda e positiva na cultura das empresas. Foi pensando nessa lógica, dentro de um processo de modernização da governança, que a Findes, por exemplo, implementou um programa de Compliance para que a instituição seja sustentável e consiga devolver a indústria e a sociedade aquilo que eles esperam dela.
*O autor é gerente de Compliance do Sistema Findes e ex-delegado da Polícia Federal
 

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