Publicado em 20 de fevereiro de 2026 às 18:52
Na astrologia, o planeta regente governa a energia principal de um signo, expressando seus valores, motivações e formas de atuar no mundo. Já o co-regente acrescenta camadas, aprofundando e equilibrando os comportamentos do nativo. No caso de Peixes, o regente é Netuno e o co-regente é Júpiter. >
De acordo com Thaís Mariano, na astrologia moderna, Netuno é o regente de Peixes devido à afinidade entre o simbolismo do planeta e as características do signo, como mistério, imaginação, inspiração e ilusões. >
“Netuno rege o que é abstrato. Em Peixes, essa energia se transforma em uma capacidade criativa sem limites, mas que muitas vezes tem dificuldade em se materializar no papel ou na prática”, detalha a astróloga. >
Além disso, o planeta permite que o pisciano acesse símbolos e sonhos que pertencem à humanidade, associando o signo a movimentos artísticos e espirituais. Por outro lado, também gera uma sensibilidade excessiva. >
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Na astrologia tradicional, Júpiter é o regente de Peixes, pois Netuno ainda não era conhecido no início dos estudos astrológicos. Segundo Thaís Mariano, em Júpiter , o pisciano encontra um propósito maior, conexão com o sagrado, necessidade de expansão, benevolência e sabedoria. >
Segundo Thaís Mariano, a combinação da regência de Netuno com a co-regência de Júpiter torna o signo de Peixes único. “Juntos, esses regentes permitem que Peixes transite entre o mundo material e o espiritual, transformando a intuição em uma sabedoria que busca a união com o todo”, finaliza a astróloga. >
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