Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

futebol

Por criação da Libra, ex-CEO do Bahia analisa possibilidade de união dos clubes

Pedro Henriques ressaltou discussão importante para o futuro do futebol brasileiro
...

Publicado em 12 de Maio de 2022 às 10:38

LanceNet

Publicado em 

12 mai 2022 às 10:38
O futebol brasileiro vive novamente um debate importante e que pode definir seu futuro em meio a abordagem da proposta de formação de uma nova liga, dessa vez nomeada como a Liga do Futebol Brasileiro (Libra).>Brasileirão expande exibição no exterior e vê novas possibilidadesA proposta envolve os 40 clubes da Série A e B e já avançou em alguns pontos, contando com a adesão de algumas equipes. Entretanto, nem todas concordaram com a formatação inicial do projeto e, consequentemente, essa falta de alinhamento absoluto divide o total das equipes em blocos.
O acontecimento mais recente foi a divulgação de uma carta-proposta divulgada por alguns dos clubes que não estão totalmente de acordo com a proposta original e pediram mudanças nos termos.
Pedro Henriques, ex-vice-presidente e ex-diretor executivo do Bahia, comentou a dificuldade em chegar a um denominador comum que seja capaz de satisfazer a todos os anseios. Entretanto, também pontuou que existe um avanço palpável no tema, podendo se acreditar na possibilidade concreta de que o projeto saia da teoria e entre no caráter prático.
- Sem dúvidas é algo real. Claro que haverá conflito de interesses, pois quem se beneficia pela atual distribuição não vai ficar satisfeito com uma mudança. A realidade é que houve uma alteração de cenário importante nas negociações de 2016 (direitos de transmissão de 2019 à 2024). Foi ali, com a chegada da Turner, através do Esporte Interativo, que se implementou pela primeira vez no Brasil o modelo de distribuição 50-25-25. Isso fez com que o Grupo Globo reagisse e finalmente mudasse seu modelo para o atual 40-30-30. Foi uma evolução, indiscutivelmente. No entanto, com a não inclusão do Pay-per-view nesse modelo de divisão, as distorções ainda se mantiveram. Penso que é inevitável, para haver uma liga, que o modelo seja mais equitativo. Creio que não importa tanto se 50-25-25 ou 40-30-30, a grande questão a definir é a diferença máxima entre quem mais arrecada e quem menos arrecada na competição. Chegar a um consenso sobre esse número é o desafio - disse.
O ex-dirigente destacou, ainda, que a dificuldade em unir os interesses próprios de cada um dessas equipes é o maior obstáculo para o avanço da discussão no Brasil:
- Acredito que todos os clubes estariam unidos nas agendas de calendário e profissionalização da arbitragem. O principal ponto de divergência, sem dúvidas, é a divisão de receitas pois, infelizmente, muitos dirigentes pensam de forma limitada, no seu clube, sem perceber que o crescimento da competição, no médio e longo prazo, o beneficiará. Outro ponto delicado deve ser o fair play financeiro pois, certamente, haverão aqueles que entendem que não deve haver intervenção externa na gestão dos clubes. Mas a realidade é que a profissionalização da gestão é algo imperativo para profissionalização do nosso futebol e é inadmissível vermos tantos absurdos na gestão dos clubes brasileiros que atrasam salários, direitos de imagem, impostos e as mais variadas obrigações para montarem elencos que não tem condição de pagar e ter conquistas em campo que são construídas em cima de verdadeiras fraudes.
Crédito: PedrofoidirigentedoEsquadrãoentre2015e2017(Divulgação/AssessoriadeImprensa

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília
STF retoma julgamento da lei antigênero do ES no próximo mês
Soldador na indústria: setor foi um dos que ajudou a aumentar a arrecadação de ICMS no Espírito Santo
ES tem mais de 5.660 vagas de emprego nesta quarta-feira (22)
Prédios na Orla de Itaparica
O que muda com novas regras do Minha Casa, Minha Vida, que passam a valer nesta quarta (22)

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados