Sair
Assine
Entrar

No Paraguai

Juiz nega pedido de prisão domiciliar para Ronaldinho: 'Risco de fuga'

Juiz não aceita argumentação da defesa e ex-jogador segue detido preventivamente em Assunção. Ele e o irmão são investigados pelo uso de documentos com conteúdo falso

Publicado em 10 de Março de 2020 às 12:05

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 mar 2020 às 12:05
Ronaldinho está preso no Paraguai acusado de falsificação de documentos Crédito: AP
Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, seguirão presos preventivamente em Assunção, no Paraguai. A decisão foi tomada nesta terça-feira pelo juiz Gustavo Amarrilla, que não aceitou a argumentação da defesa do ex-jogador. Eles já passaram as últimas quatro noites num presídio de segurança máxima, acusados de terem entrado no país com passaportes adulterados.
"Se mantém a medida cautelar de prisão na Agrupación Especializada. A investigação tem menos de uma semana. E está ficando claro o tamanho deste caso, com novas revelações. É de responsabilidade minha, do poder judicial, garantir a continuidade dessa investigação. Não podemos correr o risco de essa investigação acabar por causa de uma fuga ou de uma saída do Paraguai. A liberdade de Ronaldinho poderia significar obstrução da investigação ou fuga", declarou o juiz Gustavo Amarilla.
Ao contrário do que havia sido dito anteriormente pelo promotor Osmar Legal, o Ministério Público do Paraguai se opôs à medida de prisão domiciliar e apresentou os argumentos na audiência desta terça.
"O Ministério Público sustentou a sua posição de se opor à toda modificação à prisão preventiva. Se trata de uma investigação com atos que atentam contra a segurança de documentos de identidade do Paraguai. Faz cinco dias que começou a investigação. Ainda se está estudando condutas individuais. Essas pessoas (Ronaldinho e Assis) não têm raízes (no Paraguai)", explicou o promotor Marcelo Pecci.
Ronaldinho e Assis estão detidos desde a última sexta-feira pelo uso de documentos com conteúdo falso. Os dois foram alvos de investigação por apresentarem passaportes e carteiras de identidade adulterados na chegada ao Paraguai, inicialmente não seriam acusados pelo Ministério Público, mas viram o caso ter uma reviravolta na sexta, quando tiveram a prisão preventiva solicitada pelo MP.
Desde então os brasileiros estão na penitenciária Agrupación Especializada da Polícia Nacional, em Assunção. A instalação era anteriormente usada como cadeia comum, mas atualmente recebe apenas alguns presos de maior relevância. No último sábado os advogados de defesa do ex-jogador e seu empresário já haviam tentado tirá-los de lá, mas a Justiça decidiu manter a prisão preventiva.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Como cuidar dos seus cabos de celular (certamente não da maneira como você está fazendo)
Motociclista morre em acidente em Iconha
Motociclista morre em acidente com van na BR 101 no Sul do ES
Igreja do Rosário no Centro é arrombada
Igreja do Rosário em Vitória é arrombada de novo e tem porta de 300 anos danificada

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados