Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Esportes
  • Futebol
  • Do fim do jejum à panela de pressão: entenda o passo a passo de como Vasco foi ladeira abaixo
futebol

Do fim do jejum à panela de pressão: entenda o passo a passo de como Vasco foi ladeira abaixo

Atuação e resultado expressivos contra o Flamengo não tiveram sequência. Pelo contrário, o time de Marcelo Cabo não soube viver sem Marquinhos Gabriel e time degringolou...

Publicado em 18 de Junho de 2021 às 07:30

LanceNet

Publicado em 

18 jun 2021 às 07:30
Crédito: Time vascaíno vem tentando se reencontrar, mas parece fora do trilho (Rafael Ribeiro/Vasco
Contratações, Estadual como pré-temporada, classificações na Copa do Brasil e o fim de um jejum para lá de incômodo: eram 17 jogos sem ganhar do maior rival. Mas com uma atuação digna de aplausos, o Vasco vencia o Flamengo no dia 15 de abril e parecia ter o time arrumado para voltar à elite nacional. Desde então, tudo ruiu.A impressão de muitos, mesmo que precoce, era justa. Fazia 29 jogos que um time não fazia o atual bicampeão brasileiro correr atrás de dois gols no placar. O Cruz-Maltino chegou a fazer 3 a 0 no Rubro-Negro. O que aconteceu com o time desde então. Confira a linha do tempo.
Espinha dorsalO time entrou em campo naquela vitória com exatamente a mesma escalação que havia vencido o Tombense uma semana antes. Na ocasião, fez o técnico Marcelo Cabo satisfeito ao ponto de ele dizer ter encontrado "a espinha dorsal da equipe". Eram Lucão, Léo Matos, Ernando, Leandro Castan e Zeca; Andrey e Galarza; Morato, Marquinhos Gabriel e Gabriel Pec; Cano.
Atenção à defesaNaquele momento, a observação mais forte que se fazia em relação ao time vascaíno era a fragilidade defensiva, especialmente no jogo aéreo. Mas havia a compreensão interna e externa de que, sendo uma linha defensiva praticamente toda nova, seria normal o entrosamento demorar.
Três dias após derrotar o maior rival, o time precisou buscar um 2 a 0 contra para empatar com o Boavista. No enredo daquela partida, Vanderlei estreou, Marquinhos Gabriel sentiu a primeira lesão na coxa esquerda e novas falhas defensivas. Apesar da pressão e do empate, o time estava, ali, eliminado da semifinal do Campeonato Carioca.
-> Confira a tabela da Série B do Campeonato Brasileiro
Como consequência, a partida contra o Resende, seis dias depois, foi disputada com quase nenhuma relevância esportiva. O Cruz-Maltino preservou parte do elenco naquela partida, vencida por 3 a 1, e mais jogadores ainda no jogo contra o Madureira. Os reservas mais Vanderlei e o estreante Romulo perderam por 1 a 0 no primeiro duelo da semifinal da Taça Rio.
O time titular voltou no segundo jogo - sem Ernando, em recuperação física - e, com o 2 a 1, avançou à final. Seguia a preocupação com a defesa que não conseguia deixar o campo ilesa. Em seguida, vitória sobre o Botafogo, fora de casa, por 1 a 0. Se conseguiu, finalmente, não levar gol, surgia ainda discreta uma preocupação com a produção ofensiva.
Início do declínio ofensivoNaquele dia, a ponderação principal foi o gramado ruim do Estádio Nilton Santos. Mas Morato também não funcionou emulando o lesionado Marquinhos Gabriel como meia central. Outro Gabriel, o Pec, seria escalado na função no compromisso seguinte, abrindo espaço para Léo Jabá na ponta.
O segundo jogo da final da Taça Rio foi o quinto seguido com pelo menos seis dias de intervalo. Então ficou evidente que o declínio da equipe era técnico. Pois mesmo em São Januário, a equipe foi dominada pelo adversário. Leandro Castan, lesionado, estava ausente. De positivo, a consagração da confiança em Vanderlei: três pênaltis defendidos para o título do torneio de consolação do Estadual.
O desastreEntão teve início a Série B e a impressão foi de que o freio de mão do carro fora esquecido na ladeira: atuação assustadora num 2 a 0 contra que poderiam ter sido 4 a 0 para o Operário. Na mesma Colina Histórica. Só que ofensivamente o time pouco fez. Figueiredo fora a escolha de Marcelo Cabo na oportunidade para o lugar de Marquinhos Gabriel, ainda fora.
Três dias depois, a impressão foi aparentemente menos preocupante na vitória sobre o Boavista por 1 a 0, na Copa do Brasil. Defesa incólume, gol de um Sarrafiore que estreava como titular... mas este mesmo LANCE! lembrou, no dia seguinte, que o nível técnico do Boavista não poderia ser esquecido: houve alguma dificuldade contra uma equipe da Série D nacional.
Cinco dias adiante o time teve pela frente a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. O time, com o meio-campo formado por Romulo, Andrey e Sarrafiore, foi repetido. E se o resultado não foi dos piores - empate fora de casa com uma equipe tradicional -, a atuação passou longe de empolgar.
Novas alterações, novo erro defensivo e pouca solução no ataqueMais três dias e, em casa, a missão de avançar no mata-mata nacional depois de conseguir três pontos fora. Insatisfeito com o rendimento ofensivo do time, Marcelo Cabo voltou a fazer alterações nos 11 iniciais. O setor central teve Galarza de volta e Michel com ele, mais recuado. Mas o jogador emprestado pelo Grêmio titubeou na marcação e o time de Saquarema abriu o placar.
O empate e a consequente classificação foram obtidos, mas o drama para tal resume que o time seguia em dificuldade. Morato também havia começado aquela partida no banco.
Marquinhos Gabriel de voltaEntão o treinador voltou a fazer alterações. Michel passou à lateral esquerda para substituir o lesionado Zeca; Romulo entrou no meio-campo e, no mesmo setor, Marquinhos Gabriel voltou a iniciar um confronto. Sarrafiore retornou à reserva. Só que aí foi o escorregão de Galarza que gerou o gol do Brasil de Pelotas. A virada para o primeiro triunfo na Série B só aconteceu na reta final.
Defensivamente, o time de treinador e jogadores novos para todas as posições nasceu problemático e jamais se encontrou. A dupla de zaga inicialmente preferida, Ernando e Leandro Castan, quase não jogou junta por conta das lesões. Mas as falhas recentes foram causadas pelo quase imponderável (recuo de Léo Matos e escorregão de Galarza) e por desencaixe coletivo.
Haverá tempo?A origem está dada. Poucas soluções não foram tentadas. Talvez falte variação tática inicial - o time inicial teve o 4-2-3-1 como sistema nos 23 jogos da temporada aqui. O que talvez falte seja tempo para o pressionado Marcelo Cabo.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Geanderson Godoi está entubado no Hospital Sílvio Avidos.
Sobrevivente de acidente na BR 259 em Colatina está em estado grave
Imagem de destaque
Quer ganhar massa muscular? Veja 8 receitas nutritivas com grãos
Tratamento de pele no inverno
Inverno: por que essa é a melhor época para cuidar da pele

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados