"Era mais do que necessária". Rogério Ceni não escondeu o alívio que uma vitória na fase atual, após duas eliminações traumáticas em um intervalo de 13 dias, traz. A vítima foi o Botafogo, no último sábado e no Nilton Santos, que foi palco para uma equipe rubro-negra ainda sem transmitir confiança, mas que, ao menos, cumpriu duas metas a curto prazo com êxito.As metas foram as seguintes: não levar gols, o que ocorreu com o Flamengo comandado por Ceni pela primeira vez, e ter um um gol produzido em função da pressão alta, forçando o erro do adversário com uma marcação intensa na saída de bola. E assim saiu o gol da vitória no clássico, marcado por Everton Ribeiro (veja o gol acima).
- A equipe teve chances no primeiro tempo e ficou muito próxima do gol. O Gerson jogou mais adiantado que o Arrascaeta e Everton Ribeiro. Precisávamos colocar o posicionamento destes jogadores entre as linhas para sair as tabelas A marcação no campo de ataque, roubamos a bola do Botafogo. Acho que foram as coisas que mais surtiram efeito que treinamos nos últimos dias: pressão e defesa zerada, porque o número de gols sofridos tem sido muito alto nos últimos jogos - destacou Ceni.
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Contudo, pelo pacote, há um alento. Everton Ribeiro, por exemplo, salientou que "esse trabalho que vem dando confiança para seguir em frente". E o próximo jogo será um laboratório significativo, já que o rival será o Santos, no retrovisor do Rubro-Negro e que exigirá mais da equipe em todos os aspectos. A bola rolará a partir das 16h do próximo domingo (13), no Maracanã.