Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

cuidados

Os perigos à saúde escondidos nas piscinas de bolinhas

Qualquer brinquedo de uso coletivo pode transmitir alguma doença

Publicado em 09 de Abril de 2017 às 11:54

Publicado em 

09 abr 2017 às 11:54
É difícil encontrar uma criança que resista a diversão de uma piscina de bolinhas. E se ela tiver escorregador e outros brinquedos, a vontade de mergulhar naquele mar colorido é ainda maior. Apesar de fazer a alegria da criançada, os pais precisam ficar atentos com a higienização do local, pois, os brinquedos coletivos podem se tornar ambiente de transmissão de doenças respiratórias como gripe e bronquiolite, além de doenças de pele e diarreia.
Os perigos à saúde escondidos nas piscinas de bolinhas
De acordo com a médica infectologista Rúbia Miossi, qualquer brinquedo de uso coletivo pode transmitir alguma doença, pois, a criança coloca a boca no objeto, coloca as mãos e depois leva a boca. No caso da piscina de bolinhas, o local geralmente tem fungos e poeira, que podem afetar a saúde da criança. Além disso, a médica salienta que o brinquedo pode esconder algum vírus.
“Têm vírus que são bastante graves em crianças, como o que pode causar bronquiolite e até pneumonia. Mesmo depois da criança ter melhorado, ela continua disseminando esse vírus por cerca de 10 dias. Então, uma criança que esteja teoricamente bem numa piscina de bolinhas pode estar transferindo esse vírus para o brinquedo e outra criança ao ter contato com o brinquedo pode acabar se contaminando”, explicou.
A auxiliar administrativo Carla Soares, 40 anos, nunca pensou nos problemas de saúde que a piscina de bolinhas pode causar. Mãe do Mateus, 05 anos, ela, inclusive, já fez companhia para o filho no brinquedo quando ele era mais novo. Porém, ela conta que neste final de semana Mateus brincou na piscina de bolinhas e durante a noite ele teve muita tosse.
Segundo ela, se isso se repetir, Mateus terá de escolher outro brinquedo quando for ao shopping. “Essa noite ele tossiu muito, foi até fora do comum. Se eu perceber mais umas duas ou três vezes que ele tem tosse após a piscina de bolinha, vou conversar com ele e explicar que o local é sujo, que deve ter poeira, ácaro e outras coisas”, disse.
De acordo com a médica Rúbia, para evitar problemas, antes das crianças utilizarem o brinquedo, o ideal é perguntar sobre a higienização e periodicidade da limpeza, que deve acontecer, no máximo, a cada sete dias. Os pais também devem lavar as mãos das crianças com água e sabão assim que elas deixarem o brinquedo. Álcool em gel também pode ser utilizado, mas é preciso ter cuidado para a criança não colocar a mão da boca.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
EUA lançam novos ataques contra o Irã após Trump ameaçar 'atingir o país com força' diante da falta de acordo
Tiros e morte em perseguição na Leitão da Silva
Tiroteio na Leitão da Silva: réus vão ser interrogados no 2º dia de júri
Representantes do setor de agronegócio acompanham sessão no Senado
Senado autoriza renegociação de dívidas rurais sem acordo com governo

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados