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Greve

Servidores seguem de braços cruzados em Jerônimo Monteiro

Paralisação começou no dia 05 de junho. Aulas municipais estão suspensas. Trabalhadores reivindicam reajuste

Publicado em 11 de Junho de 2019 às 15:22

Publicado em 

11 jun 2019 às 15:22
Greve continua em Jerônimo Monteiro e serviços públicos ficam prejudicados Crédito: Divulgação
Os servidores públicos municipais de Jerônimo Monteiro continuam de braços cruzados em busca de melhorias para a classe. A greve começou no último dia 05. O Sindicato dos Servidores Públicos do município afirma que estão com uma perda de 24,4% no salário, pois há quatro anos eles não têm aumento.
O Sindicato também informou que 30% dos serviços estão mantidos, junto com os considerados essenciais, porém as aulas municipais foram interrompidas. “Foi a prefeitura que suspendeu as aulas, os professores não aderiram à greve e os outros servidores da escola continuam seguindo a quantidade dos 30%”, explica o presidente do Sindicato, Jobert Silva de Amorim.
Além das escolas municipais, os alunos da escola estadual também foram atingidos com os efeitos da paralisação, porque não têm transporte escolar. “Os pais estão precisando levar os filhos e algumas crianças estão indo a pé ou de bicicleta porque o ônibus não passou hoje”, conta Luiz Carlos Reis, pai de aluno da escola estadual.
A coleta de lixo está atrasada na cidade Crédito: Divulgação
Jobert disse que os alunos do interior continuam assistidos pelos ônibus, que só foram reduzidas as rotas na sede. A coleta de lixo também é um dos serviços que está atrasado na cidade. “O município tem dois caminhões que fazem a coleta de lixo, como só tem apenas um trabalhando, o lixo está acumulando”.
Ainda segundo o presidente do Sindicato, eles irão continuar com a greve até que sejam atendidos pela gestão. “Estamos todos os dias na porta da prefeitura durante o expediente, mas não conseguimos conversar com o prefeito ainda. Estamos elaborando uma nova proposta pra apresentar, mas ainda vamos continuar com a greve.”
O QUE OS SERVIDORES PEDEM
A reivindicação dos servidores foi entregue oficialmente à prefeitura, na semana passada, solicitando revisão geral anual referente aos anos de 2016, 2017, 2018 e 2019; piso salarial nacional aos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias; piso salarial nacional aos professores de toda a rede municipal; reconhecimento e pagamento do adicional de insalubridade aos agentes comunitários de saúde; e reconhecimento e pagamento do adicional de insalubridade e periculosidade que foram cessados indevidamente.
Antes da paralisação, os servidores fizeram duas manifestações neste ano, uma no dia 27 de abril e outra dia 29 de maio.
O OUTRO LADO
Procurada pela reportagem nesta terça (11), a prefeitura não se manifestou até a publicação da matéria na manhã desta quarta (12).

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