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Líder do PSL

Waldir propõe benefício de militares para carreiras da segurança

Delegado Waldir diz que cabe ao governo construir base aliada

Publicado em 02 de Abril de 2019 às 23:31

Publicado em 

02 abr 2019 às 23:31
Deputado Delegado Waldir Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil
O líder do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir (GO), propôs a extensão de benefícios de militares para outras categorias da segurança pública. Ao sair de reunião da bancada do PSL com o ministro da Economia, Paulo Guedes, Waldir disse que estuda formas de conceder prerrogativas para carreiras ligadas à segurança e à defesa.
“Não tenho nada contra a reforma dos militares. Se o governo trouxe a proposta dos militares, espetacular. Nós só queremos fazer as adequações para outras carreiras assemelhadas. Existem outras carreiras com esse papel de defesa e segurança”, disse o deputado. Ele citou a alíquota da contribuição previdenciária dos militares, que aumentará de 7,5% para 10,5%, enquanto as demais carreiras ligadas à segurança estariam submetidas à mesma alíquota dos servidores públicos, que passará de 11% sobre todo o salário para um sistema de alíquotas progressivas, que aumentarão conforme o salário.
Entre as categorias que seriam beneficiadas, estão policiais federais, policiais rodoviários federais, agentes penitenciários e policiais civis. O líder do PSL disse que estuda uma tabela comparativa das regras propostas para as carreiras de segurança e defesa e para os militares, como tempo mínimo de contribuição e cálculo do benefício.
ARTICULAÇÃO
Sobre a articulação da base aliada, o deputado Delegado Waldir disse não ser seu papel conseguir apoio de outros partidos para o governo. Segundo ele, as articulações para aprovar a reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) representam apenas o trabalho inicial do governo.
“Não tem base aliada. O governo vai ter que construir sua base aliada. O que existe é uma pacificação de que a reforma tem que avançar na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça)”, declarou o parlamentar. “Eu não tenho essa missão de conseguir os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência. Meu papel não é esse. É papel do governo construir sua base. Hoje, o governo tem 55 votos do PSL para a reforma”, acrescentou o líder do partido do presidente Jair Bolsonaro.
Delegado Waldir disse ainda que é favorável à ideia de que Bolsonaro divulgue a importância da reforma. “Penso que todos nós podemos ser garotos-propaganda, mas é indispensável, sem dúvida, a presença do nosso presidente. É ele quem tem esse papel essencial e com certeza não vai se furtar de divulgar a reforma da Previdência”, afirmou.
O líder do PSL prometeu ainda trabalhar para proteger o ministro Paulo Guedes de ataques da oposição na audiência pública de quarta-feira (3) na CCJ. “Vou arrumar um colete à prova de balas para ele”, brincou o deputado.

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