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Operação Rubi

Prefeita de Presidente Kennedy será interrogada no presídio

Amanda Quinta foi presa na última quinta-feira em operação do Ministério Público que apura esquema de distribuição de propinas
Vinícius Valfré

Publicado em 

12 mai 2019 às 23:12

Publicado em 12 de Maio de 2019 às 23:12

Amanda Quinta foi presa nesta quarta-feira Crédito: Reprodução/TV Gazeta
O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) vai interrogar investigados presos na Operação Rubi, que apura esquema de cobrança de propina em troca de contratos de serviços em prefeituras do interior do Estado. Entre os detidos, a prefeita afastada de Presidente Kennedy, Amanda Quinta (PSDB), e o companheiro dela e secretário de Desenvolvimento da cidade, José Augusto de Paiva Rodrigues.
Os interrogatórios ocorrerão nos próximos dias, de acordo com as informações disponibilizadas neste domingo (12) pelo MPES. Os investigadores também prosseguirão com a análise da documentação apreendida em 25 endereços na última semana. Os alvos de busca e apreensão que não tiveram pedido de prisão solicitado também serão ouvidos. 
Vídeo mostra momento em que prefeita é levada presa:
O MPES suspeita de direcionamento de licitações de limpeza pública e transporte coletivo e de pagamento de propinas em Presidente Kennedy, Marataízes, Jaguaré e Piúma. São investigados crimes como os de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, falsidade documental e fraude em licitações.
Na última quarta-feira (08), os investigadores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) flagraram empresário entregando mochila com R$ 33 mil na casa de Amanda Quinta. Segundo o MPES, os pagamentos eram mensais.
Ela foi presa em flagrante, depois teve a prisão convertida para preventiva. A prefeita está em presídio feminino de Cachoeiro de Itapemirim. O companheiro dela, José Augusto, apontado como líder do esquema e mentor político de Amanda, teve prisão preventiva decretada. Ele era um dos participantes da reunião que recepcionou o empresário com o dinheiro.
Em Marataízes, os investigadores também encontraram dinheiro na casa do prefeito, Robertino Batista, o Tininho (PDT), cerca de R$ 16 mil. Durante o cumprimento do mandado de busca, uma arma foi encontrada na casa dele e o prefeito acabou preso. Foi solto após pagar fiança.

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