Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Assembleia Legislativa

Pazolini admite que pode ficar sem partido até o fim do mandato

Deputado estadual, que é defensor das candidaturas avulsas, se desfiliou do PRP no início deste ano. "Estou com muita calma e tranquilidade para escolher um partido", afirma

Publicado em 19 de Junho de 2019 às 01:09

Natalia Devens

Publicado em 

19 jun 2019 às 01:09
Lorenzo Pazolini, deputado estadual Crédito: Ellen Campanharo/Ales
Desfiliado de partido político desde 28 de fevereiro, o deputado estadual Lorenzo Pazolini admite que pode permanecer de fora de qualquer legenda até os últimos seis meses de seu mandato na Assembleia Legislativa. Eleito pelo PRP, ele saiu da sigla por ela ter sido uma das 14 que acabaram barradas na cláusula de desempenho das eleições de 2018, ficando portanto, sem acesso aos recursos do fundo partidário.
O PRP foi fundido com o Patriota, mas o deputado disse não ter identificação com a nova formação, por ser de outra direção, e outra ideologia. 
Para ele, não há prejuízos para seu mandato por ficar desvinculado de um partido. Ele  cogita permanecer desta forma até a época do prazo estabelecido pela lei eleitoral, que exige que o candidato esteja filiado ao partido que vai disputar até 6 meses antes da eleição. 
"Estou com muita calma e tranquilidade para escolher um partido. Tenho dialogado, tentado entender os projetos, diretrizes, forma de gestão, para fazer uma boa escolha. Pela lei eleitoral, só há a exigência de estar filiado seis meses antes da eleição que eu for disputar", frisou.
Pazolini se filiou ao PRP em 2018 no último dia do prazo, e diz ter ido para a sigla por ter a garantia de que teria total liberdade para se posicionar. Ele é, inclusive, um dos defensores da possibilidade de haver candidaturas avulsas.
"Em países com o sistema político mais avançado existe, e não vejo nenhum prejuízo. É importante o parlamentar ter liberdade. Hoje, se um partido fecha questão em alguma votação, se o deputado divergir, pode ser punido por infidelidade partidária", pontua.
Além de Pazolini, os deputados Dary Pagung (ex-PRP) e Euclério Sampaio (ex-DC), também têm atuado na Assembleia Legislativa em uma espécie de "bancada dos avulsos". Ambos também se desfiliaram no início de março. Nesta terça-feira (18), Dary anunciou filiação ao PSB. Já Euclério permanece sem partido.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Tombense x Rio Branco-ES, pela Série D do Brasileirão 2026
Rio Branco empata e perde chance de assumir a liderança do Grupo 12 da Série D
Rio Branco VN
Rio Branco VN passa pelo Vila e conquista primeira vitória na Copa ES
Imagem de destaque
O vírus por trás de possível surto que deixou 3 mortos em cruzeiro que partiu da Argentina

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados