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Ministro da Cidadania diz que vai cumprir promessa de 13º do Bolsa Família

Osmar Terra afirmou ainda, em tom de brincadeira, que irá até mesmo 'torturar' sua equipe para atender expectativas

Publicado em 02/01/2019 às 14h13
Osmar Terra prometeu 13º no Bolsa Família. Crédito: (Windows)
Osmar Terra prometeu 13º no Bolsa Família. Crédito: (Windows)

O ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS), afirmou nesta quarta-feira, durante cerimônia de transmissão de cargo, que irá analisar o orçamento da pasta para cumprir a promessa de criar o décimo-terceiro do programa Bolsa Família feita pelo presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral.

Terra afirmou ainda que vai determinar um pente-fino na situação dos museus brasileiros e que discutirá como obter mais recursos para o programa Bolsa Atleta e distribuir melhor os benefícios já existentes.

O ministério da Cidadania nasceu da fusão de outras três pastas: Desenvolvimento Social, Cultura e Esportes. Cada uma dessas áreas terá um secretário-executivo para coordenar as políticas públicas de seu setor, ficando todos subordinados a Osmar Terra. Serão eles: general Marco Aurélio (Esporte), Lelo Coimbra (Desenvolvimento Social) e José Henrique Pires (Cultura). O Bolsa Família é um dos programas mais importantes a cargo do ministério.

— Temos que fazer avançar o que já foi feito na área do Bolsa Família, juntar mais com a área do trabalho e renda. Vai ter o décimo-terceiro do Bolsa Família. O presidente prometeu e nós vamos cumprir. É claro que vamos precisar de mais Orçamento também, vamos discutir Orçamento — discursou o ministro.

Ele afirmou que ainda começará os trabalhos de estudo desses assuntos e que, por isso, não era possível aprofundar os temas citados no seu discurso.

O novo ministro elogiou Bolsonaro, dizendo que o discurso do presidente foi "muito significativo" ao afirmar aos ministros que dava liberdade total para eles trabalharem, sem se preocupar com "interesses menores". E disse, em tom de brincadeira, que irá até mesmo "torturar" sua equipe de trabalho — uma das polêmicas envolvendo Bolsonaro são discursos na Câmara dos Deputados defendendo o coronel reformado Carlos Brilhante Ustra, acusado de torturar militantes de esquerda durante a ditadura militar.

— Eu vou me esforçar ao máximo, vou torturar todo mundo que trabalha comigo, torturar em horários para gente poder dar uma resposta efetiva — afirmou Osmar Terra.

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