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Investigação

Empresa de Vitória já teve contas bloqueadas pelo juiz Sérgio Moro

Além de empresa que foi alvo de busca na Operação DéJà Vu esta semana, outra que também funcionou na Capital já havia entrado na mira do juiz federal

Publicado em 10 de Maio de 2018 às 02:01

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 mai 2018 às 02:01
Sede da empresa investigada em Vitória é vizinha de um lava a jato Crédito: Bernardo Coutinho
Embora a Lava Jato só tenha cumprido mandado de busca e apreensão em empresa de Vitória, a Hangar Business, na fase deflagrada nesta semana, o juiz federal Sérgio Moro já havia determinado o bloqueio de contas da filial capixaba de uma outra, a Partners Air.
Foi em fevereiro de 2017, na 38º fase da operação, chamada de Blackout. Na ocasião, Moro determinou o bloqueio de até R$ 50 milhões de dois operadores do PMDB, Jorge e Bruno Luz, e de Apolo Santana Vieira, apontado como um dos donos do avião que caiu com então candidato à Presidência, Eduardo Campos, em 2014, e de 19 empresas deles.
Entre elas, a matriz e nove filiais da Partners Air. Uma delas funcionou em Vitória até 2014, quando foi oficialmente transferida para o Rio. Bruno Luz e a Luz Participações, empresa da família dos operadores, aparecem na relação de sócios da filial de Vitória.
A atividade formal da Partners é “comércio varejista de combustíveis”. Condenados por Moro, Jorge e Bruno, pai e filho, são considerados responsáveis por viabilizar pagamento de propina a políticos do PMDB nacional e a funcionários da Petrobras entre 2006 e 2008.
Atualmente
Hoje, o empresário capixaba Carlos Magno Nunes Barcelos aparece como sócio-administrador da Partners que funcionou em Vitória. Por meio da assessoria jurídica, ele informou que “a empresa não é investigada naquela operação, tanto que o próprio juiz Sérgio Moro, ao apreciar os esclarecimentos prestados, reduziu o bloqueio à parcela pertencente ao sócio que era investigado”.

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