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Na orla de Camburi

Aposentado é preso por suspeita de racismo contra professora em Vitória

Caso aconteceu na frente da filha da vítima, em uma agência do Banco do Brasil; professora também relatou ter sofrido gordofobia

Publicado em 02 de Janeiro de 2025 às 20:18

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 jan 2025 às 20:18
Polícia
O idoso de 82 anos foi preso por praticar ofensas racistas a uma mulher em uma agência bancária de Vitória Crédito: Wagner Martins
Um professor aposentado, de 82 anos, identificado como Pedro José Mascarello Bisch, foi preso por suspeita de racismo contra uma mulher de 33 anos, em uma agência do Banco do Brasil, na orla de Camburi, em Vitória. O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (2), na frente da filha da vítima, de 8 anos.
A vítima, que também é professora, relatou à repórter Alice Souza, da TV Gazeta, que o esposo aguardava atendimento na fila do caixa, e que, enquanto aguardava para passar pela porta giratória da instituição bancária para acompanhá-lo junto da criança, foi alvo dos ataques.
“O guardinha sinalizou que precisava colocar os metais no local indicado e, nessa hora, o senhor que estava atrás de mim falou: não vai passar aí (na porta giratória) não, essa 'preta gorda' tem que emagrecer para passar aí. Minha filha começou a chorar e a falar: não escuta ele, você não é isso.”
Diante disso, a mulher acionou a Polícia Militar. “É meu direito e não quero que ela (filha) cresça achando que precisa aceitar qualquer injúria, racismo”, finalizou a vítima.
O aposentado chegou a deixar o banco, indo até outra instituição financeira localizada nas proximidades, onde acabou detido. Ele foi encaminhado à 1ª Delegacia Regional de Vitória.
Ao ser levado na viatura para fazer exames no IML, ele declarou à TV Gazeta: “Achei um horror tudo isso” e disse que não se lembrava do que disse, apenas que tinha chamado a mulher de gorda.
Nesta sexta-feira (3), a Polícia Civil informou que o suspeito, conduzido à Delegacia Regional de Vitória, foi autuado em flagrante por injúria racial e foi encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV).
A reportagem tenta localizar a defesa de Pedro José e o canal segue aberto para manifestações.
Em nota, o Banco do Brasil informou que repudia qualquer tipo de discriminação, que lamenta o caso e permanece à disposição das autoridades.

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