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Susto em Baixo Guandu

Onça que apareceu em casa é levada de helicóptero para Sooretama

Animal apareceu no quintal de uma casa em Baixo Guandu na manhã desta sexta-feira (23)

Publicado em 23 de Agosto de 2019 às 12:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 ago 2019 às 12:32

O susto que os moradores de Baixo Guandu, na região Noroeste do Espírito Santo, levaram na manhã desta sexta-feira (23) com uma onça-parda que invadiu o quintal de uma casa finalmente chegou ao fim. Por volta das 14h20, o animal foi capturado por meio do uso de dardos tranquilizadores e será levado de helicóptero para a Reserva de Sooretama, no Norte do Estado.

Agora com um microchip implantado, o felino poderá ser monitorado. Inicialmente, ele seria levado para um hospital veterinário de Colatina para passar por exames, mas os agentes que trabalharam na captura constataram que o animal está sadio. Assim como puderam identificar que se trata de um macho, com 38 kg e idade entre dois e três anos.

Onça que apareceu em casa é levada de helicóptero para Sooretama

Para a força-tarefa de garantir a segurança da população e fazer a captura e transporte do animal foram necessários agentes da Polícia Militar, da Polícia Militar Ambiental e do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente). Os dardos tranquilizadores foram levados de helicóptero de Vitória para Baixo Guandu.

VISITA INESPERADA

Onça-parda foi encontrada dentro de uma casa em Baixo Guandu, Noroeste do Espírito Santo Crédito: Reprodução | TV Gazeta

Animal nativo da Mata Atlântica, a onça-parda resolveu ficar temporariamente no quintal da casa de Elizabeth Ceiveres, de 49 anos. Auxiliar de laboratório, ela viu o animal por volta das 5h30, quando acordou. “Abri as janelas e as portas da casa. Depois, ouvido um barulho vindo do fundo. Uma amiga dormiu em casa, viu o animal e me chamou”, contou.

Ao constatar que não se tratava de um mero “gatinho”, ela ficou desesperada.

“Comecei a fechar tudo. Trancamos portas e ficamos presas dentro de casa. Coloquei até um móvel na frente da porta para impedir que ela entrasse. Nem almoço eu fiz com medo de atiçar a onça”, continuou ela, que também ficou preocupada com os netos de um e 12 anos de idade que moram no local.

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