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Riscos de inundação

Famílias continuam em abrigos após cheia no Rio Doce, em Linhares

Segundo a Defesa Civil Municipal, o nível do rio baixou 15 centímetros, mas ainda está acima da cota de inundação

Publicado em 04 de Março de 2020 às 13:17

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 mar 2020 às 13:17
A tendência, segundo a Defesa Civil Municipal, é que o volume continue caindo durante ao longo do dia Crédito: Héber Thomaz/TV Gazeta Norte
Duas famílias que moram na localidade de Olaria, em Linhares, Região Norte do Espírito Santo, continuam em abrigos após o nível do Rio Doce subir nos últimos dias. A medida foi necessária já que o local é o primeiro a ser alagado pelas águas do rio em casos de enchentes.
Segundo a Defesa Civil Municipal, o nível do Rio Doce baixou 15 centímetros, chegando a 3,80 metros, na manhã desta quarta-feira (4), mas ainda continua acima da cota de inundação que é de 3,30 metros. A tendência, segundo o órgão, é que o volume continue caindo ao longo do dia.
As sete pessoas que estão desabrigadas continuam no ginásio poliesportivo do bairro Conceição, de forma preventiva. No local, eles recebem além de alimentação, acompanhamento de assistentes sociais e recreadores.
A Defesa Civil Municipal e a Secretaria Municipal de Assistência Social continuam atendendo às demandas das comunidades ribeirinhas e monitoram toda a evolução no nível do Rio Doce, além de acompanhar os boletins meteorológicos emitidos pelos órgãos climáticos.

COLATINA

Antes de chegar em Linhares, o Rio Doce passa também por Colatina, na Região Noroeste do Espírito Santo. Segundo a prefeitura, o nível do rio na cidade está em 5,11 metros. Até a manhã desta quarta, não foram registradas ocorrências na região.
No entanto, as chuvas que atingiram o município de Pancas, na última segunda-feira (2), também causaram transtornos em Colatina. Com o alto volume de água, o Rio Pancas, que é um dos afluentes do Rio Doce, transbordou e alagou parte de um bairro no município. Por causa dos alagamentos, os moradores ficaram sem transporte público, o que já foi normalizado.

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