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Perigo nas estradas

Por que a Serra lidera o ranking de mortes no trânsito há 10 anos?

No topo da lista, o município mais populoso do Espirito Santo teve um aumento de 38% do número de vítimas fatais neste ano em comparação com 2018

Publicado em 16 de Dezembro de 2019 às 22:37

Glacieri Carraretto

Publicado em 

16 dez 2019 às 22:37
Acidente entre um ônibus e um carro em Carapina Crédito: Gustavo Cheluje
O município da Serra lidera há 10 anos o ranking dos municípios capixabas com mais mortes em acidentes de trânsito com carros, motos ou atropelamento,  segundo dados do Observatório de Segurança Pública do Espírito Santo.  Até novembro deste ano,  73 pessoas perderam a vida em acidentes em vias do município, número 15% maior que o total do ano de 2019. 
Um dos motivos para a Serra ocupar a ponta é, sem dúvidas, o contingente populacional. "A Grande Vitória já reúne 50% da frota de veículos. Serra é a cidade mais populosa do Espírito Santo, com mais de 120 mil veículos cadastrados, quantitativos que influenciam no fluxo de veículos e, portanto, na quantidade de acidentes", observa o capitão Hércules Raul Maciel, comandante da 1ª Companhia do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar. 
Para o engenheiro especialista em trânsito e representante do Movimento Capixaba Salve Vidas no Trânsito (Movitran), André Cerqueira, outro fato que influencia no fator para manter a Serra no topo é o número de vias.
"Há uma rodovia federal, a BR 101, que atravessa o município, além das estaduais, que geram um excesso de cruzamentos em vias de alta velocidade e um relevo que não é uniforme. Isso é ruim para quem vai entrar na pista, para quem acabou de entrar e está em velocidade menor,e para o pedestre. Acredito que há pontos em que a sinalização e até iluminação precisam ser melhoradas", descreve. 
Dois trechos críticos da cidade, segundo Cerqueira, é o trecho da BR 101 – de Carapina até Serra-Sede – e na Avenida Norte-Sul – de Carapina até Jardim Limoeiro. "O crescimento desordenado da cidade também colaborou para a manutenção desse ranking, mesmo tendo queda nos últimos anos. A tendência na Serra, porém, e no resto do Brasil, é que esses números de mortes no trânsito piorem, uma vez que faltam fiscalização e conscientização dos motoristas, já que as causas são, em sua maioria absoluta, a imprudência de motoristas", conclui o engenheiro. 

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