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Vitória

Novo PDU: aprovado uso misto no Parque Tecnológico

A emenda permitindo construções residenciais além de empresas de tecnologia passou com nove votos a cinco na Câmara

Publicado em 27 de Março de 2018 às 20:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

27 mar 2018 às 20:03
Terreno onde deve ser instalado o Parque Tecnológico de Vitória, em Goiabeiras Crédito: Carlos Alberto Silva
A área destinada para o Parque Tecnológico, na região de Goiabeiras, em Vitória, deverá ser de uso misto, ou seja, para empresas e residências. Foi o que aprovaram os vereadores de Vitória nesta terça-feira (27). A emenda do Plano Diretor Urbano (PDU) do município teve nove votos a favor e cinco contrários. A votação da minuta do PDU está sendo votada hoje Câmara de Vereadores.
O projeto apresentado pela prefeitura previa que a Zona do Parque Tecnológico fosse utilizada para implantação de atividades "não residenciais de inovação tecnológica e economia criativa". Ou seja, a proposta da administração da Capital era de que o local fosse de uso exclusivo das empresas de tecnologia.
A emenda aprovada prevê que, além de empresas, no local sejam instaladas também residências, o que não agrada empresários do setor. Eles já haviam se manifestado contra o uso misto e ameaçado se instalar em outros municípios caso a emenda fosse aprovada.
Segundo o Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Espírito Santo (Sindinfo), com o resultado da votação, a cidade corre o risco de sofrer uma debandada por parte dos empresários.
"Muitas empresas já estão falando em sair de Vitória. Já existia esse temor de que houvesse essa debandada e isso deve acontecer. Assim como a gente perde empresas para outros Estados, agora vamos perder também para outras cidades na Grande Vitória. A gente está transformando Vitória em uma cidade-dormitório", disse Emílio Augusto Barbosa, tesoureiro do Sindinfo. 
Já Leonardo Dadalto, dono do terreno onde a prefeitura pretende instalar o Parque, afirmou que a proposta vencedora era a ideal para a cidade. Ele acredita que o momento é de conversa e que será necessário alguém muito habilidoso para que seja feita uma negociação entre as empresas de tecnologia,  a academia e a família Dadalto para que o parque realmente aconteça. 

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