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Negligência e mau uso

Grand Parc: engenheiros são denunciados por desabamento em Vitória

Laudos periciais e análises técnicas de empresas de engenharia, mostraram que, além das condições estruturais precárias, houve erros nos cálculos do projeto arquitetônico

Publicado em 25 de Junho de 2019 às 17:54

Jose Ricardo Medeiros

Publicado em 

25 jun 2019 às 17:54
A área de lazer do condomínio Grand Parc Residencial caiu sobre a garagem e deixou uma pessoa morta além de carros esmagados Crédito: Secundo resende
Quatro engenheiros foram denunciados por negligência e mau uso da formação técnica no condomínio Grand Parc, que desabou na madrugada do dia 19 de julho de 2016. Na ocasião, o porteiro Dejair das Neves morreu e outras quatro pessoas ficaram feridas. A família de Dejair entrou ne Justiça pedindo danos morais e materiais.
O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Vitória, ajuizou a denúncia contra os quatro profissionais. De acordo com a denúncia, os envolvidos contribuíram para o desabamento da área de Pavimento de Uso Comum (PUC) do Condomínio Grand Parc Residencial Resort e para a morte do funcionário.
A partir dos laudos periciais e análises técnicas de empresas de engenharia, o MPES sustentou que além das condições estruturais precárias, houve erros nos cálculos do projeto arquitetônico. Os engenheiros não verificaram as irregularidades existentes e permitiram a construção com diversas falhas, inclusive uma estrutura subdimensionada, incapaz de suportar o peso previsto.
O MPES afirma na denúncia que os envolvidos tinham consciência do risco aos moradores do local. As negligências foram fatores determinantes no desabamento da estrutura e na morte do porteiro.
RELEMBRE
O desabamento da área de lazer do condomínio Grand Parc Residencial aconteceu às 3h da manhã do dia 19 de julho de 2016 e matou o porteiro Dejair das Neves, de 47 anos, que trabalhava no residencial. Outras quatro pessoas ficaram feridas, incluindo o síndico, José Fernando Leite Marques. Os 166 apartamentos das três torres foram interditados.
A obra de reforma começou em 2017 e a previsão, na época, era de que cerca de R$ 130 milhões seriam desembolsados nos próximos anos para pagar as indenizações e a reconstrução do condomínio. Além de reerguer a área que desabou, a reforma inclui reforço na estrutura das três torres do edifício.
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