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Agente especial da PF

Drica, a cadela farejadora da PF que trabalha no Aeroporto de Vitória

Cadela está há duas semanas atuando no Espírito Santo e ao longo da vida já apreendeu dezenas de milhares de drogas e participou de centenas de operações federais de combate ao tráfico

Publicado em 25 de Abril de 2019 às 14:03

Pedro Permuy

Publicado em 

25 abr 2019 às 14:03
Cadela Drica atua na fiscalização de drogas no Aeroporto de Vitória Crédito: João Paulo Rocetti
Quem olha para a Drica, de 2 anos e meio, só consegue enxergar a serenidade no olhar de quem desmantela qualquer esquema de ocultação de droga por aí. Ela é a cadela farejadora da Polícia Federal (PF) que está atuando no Aeroporto de Vitória há cerca de duas semanas e foi apresentada na manhã desta quinta-feira (25) na sede da PF em Vila Velha a alunos que participaram de uma programação de conscientização sobre o combate a entorpecentes. 
A cadela, que vei o do Rio de Janeiro, tem descansado em um box especial e relaxa do trabalho árduo diário, quanto tem tempo livre, com brinquedos e guizos. 
Cada cão farejador da PF é cuidado por um agente especial, chamado de K9, que recebe um treinamento à parte na matriz da polícia, em Brasília. O tutor de Drica, que não se identifica por questões de segurança, conta que assim como os outros cães da PF, ela recebe comandos em alemão. “A escolha da língua é porque o alemão é forte, então é mais fácil para o cão entender a longo prazo”, conclui.
Drica participa de ao menos uma diligência por dia, todos os dias, e não sofre nenhum mal com isso. Até porque, mesmo que encontre droga na operação, o cão não tem contato direto com a substância. “Ele só indica o local em que está o entorpecente. O mais perto que ele chega é a 20 centímetros de distância”, esclarece.
SELEÇÃO
Esses cães também passam por um treinamento específico para que sempre obedeçam para sempre os comandos do tutor. Aos 50 dias de idade, os filhotes das cadelas matrizes, como são chamadas, passam por testes que determinam o quão capaz aquele cãozinho é de trabalhar com a PF.
“Quando são escolhidos, os filhotes vão do 50° dia de vida até o 18º mês recebendo diariamente essas aulas que os formam como cães farejadores”, detalha o tutor.
"REFORMA DA PREVIDÊNCIA"
Os recentes debates em torno da Reforma da Previdência deixam qualquer trabalhador de cabelo em pé, mas Drica também está tranquila com esse tema. Ela talvez não saiba, mas a vida útil de um cão desses na polícia dura, quando muito, dez anos. Em média, aos 7 anos de idade os animais são submetidos a exames para monitoramento de performance no trabalho.
Como são de propriedade da União, os cães quando são aposentados do trabalho são oferecidos aos seus tutores de graça. Cada cão fica com um só tutor a vida toda, o que acaba criando um laço afetivo entre os dois.
“Às vezes, quando o tutor não pode ou não quer, o cão é oferecido a outros policiais federais e, no máximo, também é oferecido a PFs de outros departamentos. Mas na maioria das vezes algum K9, como são chamados os policiais treinados para serem tutores, tem interesse no animal”, conclui.

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