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Após nova tragédia

Bispo de Colatina quer debater política de segurança de barragens

A ideia é construir uma proposta juntamente com as dioceses atingidas do regional Leste II para ser apresentada para o poder público.

Publicado em 26 de Janeiro de 2019 às 22:28

Publicado em 

26 jan 2019 às 22:28
Bispo da diocese de Colatina quer debater política de segurança de barragens Crédito: Divulgação/Diocese Colatina
Política de Segurança de Barragens poderá ser o tema prioritário de discussão durante a Campanha da Fraternidade(CF) de 2019 na Diocese de Colatina. Essa será a proposta do bispo Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias para a reunião com a coordenação da Ação Evangelizadora, responsável pela articulação da CF na Diocese. O tema da Campanha esse ano é Fraternidade e as Políticas Públicas e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça”.
“Aqui na Diocese de Colatina não temos barragens, mas fomos impactados pela barragem de Fundão em 2015 que atingiu toda a diocese: Os pescadores, a agricultura. Não sabemos se nossa água é potável, e agora teve essa barragem que rompeu. Por isso temos que discutir o assunto”, afirma Dom Wladimir.
A motivação veio a partir de três questões: o crime ambiental de Mariana, ainda sem ações concretas de reparação; a tragédia de Brumadinho, Minas Gerais, ocorrida sexta-feira (25); e pelo fato de não haver uma política nacional de segurança de barragens.
A ideia é construir uma proposta juntamente com as dioceses atingidas do regional Leste II (Espírito Santo e Minas Gerais) para ser apresentada para o poder público.
Ainda segundo o bispo, a situação das barragens é de preocupação geral dos membros da diocese que sofrem com os impactos ambientais e sociais sofridos pela tragédia no Rio Doce. E que por isso a sociedade precisa discutir com ONGs e comitês de bacias hidrográficas soluções para apresentar ao poder público.
“Temos que discutir como poderíamos colaborar como sociedade. O que poderia ser feito para que a gente tenha uma legislação mais adequada e para que as barragem sejam fiscalizadas, para termos uma situação real de como elas estão”, disse Dom Wladimir, que se diz preocupado com possíveis novos rompimentos.

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